{"id":324,"date":"2023-01-07T12:55:51","date_gmt":"2023-01-07T12:55:51","guid":{"rendered":"https:\/\/portosma.com.br\/?page_id=324"},"modified":"2025-07-31T17:29:41","modified_gmt":"2025-07-31T17:29:41","slug":"pagina-da-alumar","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/portosma.com.br\/index.php\/pagina-da-alumar\/","title":{"rendered":"P\u00e1gina da f\u00e1brica de alum\u00ednio da Alumar"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-327\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-1-300x201.jpg\" alt=\"\" width=\"301\" height=\"202\" srcset=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-1-300x201.jpg 300w, https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-1.jpg 310w\" sizes=\"(max-width: 301px) 100vw, 301px\" \/> <img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-329\" style=\"font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-3-211x300.jpg\" alt=\"\" width=\"204\" height=\"290\" srcset=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-3-211x300.jpg 211w, https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-3.jpg 350w\" sizes=\"(max-width: 204px) 100vw, 204px\" \/><br \/>\n<span style=\"color: #993300;\"><em><strong>Atual Porrtal da Alumar e capa do Jornal da Soamar, ano de 2000<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\">&nbsp; <span style=\"color: #ff0000;\"><span style=\"color: #003300; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\"><em><span style=\"color: #0066cc; font-size: large;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-328 alignleft\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-2-209x300.jpg\" alt=\"\" width=\"209\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-2-209x300.jpg 209w, https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-2.jpg 310w\" sizes=\"(max-width: 209px) 100vw, 209px\" \/>Projetada para uma produ\u00e7\u00e3o inicial de 100 mil toneladas de alum\u00ednio e 500 mil de alumina, a f\u00e1brica da Alumar enfrentou s\u00e9rios desafios antes de liberar a primeira fuma\u00e7a branca pelas chamin\u00e9s de sua Refinaria. Se o mundo dos d\u00f3lares e da alta tecnologia caiu de uma hora para outra nessa parte distante do mapa, um outro mundo, o do apocalipse, tamb\u00e9m despencou na cabe\u00e7a dos respons\u00e1veis pela f\u00e1brica e &#8211; como n\u00e3o poderia deixar de ser &#8211; na daqueles que autorizaram a sua implanta\u00e7\u00e3o. Estudos de duvidosas bases cient\u00edficas eram exibidos por pol\u00edticos de oposi\u00e7\u00e3o e naturalistas oportunistas com um s\u00f3 prop\u00f3sito: salvar a ilha da cat\u00e1strofe e da hecatombe que se abateria sobre a capital maranhense. A Alumar, diziam eles, iria aniquilar de vez o nosso meio ambiente, matar a fauna, a flora e, por conseq\u00fc\u00eancia, os at\u00e9 ent\u00e3o assustados habitantes. Apesar de tudo isso a constru\u00e7\u00e3o da f\u00e1brica seu curso. Ningu\u00e9m morreu, a ilha continua aqui e o Maranh\u00e3o agradece.<\/span><\/em><b><br \/>\n<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\" align=\"left\"><span style=\"color: #993300;\"><em><strong>Texto e pesquisa: Carlos Andrade &#8211; Fonte: Perfil do Maranh\u00e3o, edi\u00e7\u00e3o 2019<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<h1><span style=\"color: #0000ff;\">45 anos de evolu\u00e7\u00e3o de uma empresa al\u00e9m mar&#8230;<\/span><\/h1>\n<p align=\"right\"><span style=\"color: #0000ff; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\"><em><strong>Reportagem publicada na Edi\u00e7\u00e3o Especial do Jornal<br \/>\nda Soamar, em julho de 2000.<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_330\" aria-describedby=\"caption-attachment-330\" style=\"width: 406px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-330\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-4-300x210.jpg\" alt=\"\" width=\"406\" height=\"284\" srcset=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-4-300x210.jpg 300w, https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-4-120x85.jpg 120w, https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-4.jpg 562w\" sizes=\"(max-width: 406px) 100vw, 406px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-330\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #993300;\"><em><strong>Plantio simb\u00f3lico do Ip\u00ea Amarelo, no lan\u00e7amento da pedra fundamental da f\u00e1brica<\/strong><\/em><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\"><strong><span style=\"color: #003300; font-size: medium;\">Uma manchete de<\/span><\/strong><span style=\"font-size: medium;\">&nbsp;primeira p\u00e1gina, em oito colunas, do Jornal Estado do Maranh\u00e3o do dia 16 de agosto de 1984, era a s\u00edntese do evento mais importante daquele dia: &#8220;Alumar inaugura a sua f\u00e1brica de alum\u00ednio&#8221;.<\/span><\/span><\/span>&nbsp;<span style=\"color: #000000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">Come\u00e7ava assim a se consolidar um projeto iniciado quatro anos antes, mais exatamente no 31 de julho de 1980, quando o ent\u00e3o presidente da Alcoa do Brasil, Alain Belda, na presen\u00e7a do<\/span><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">&nbsp;secret\u00e1rio chefe da Casa Civil, Jos\u00e9 Ramalho Burnet da Silva &#8211; que representou o Governador do Maranh\u00e3o, Jo\u00e3o Castelo &#8211; do prefeito de S\u00e3o Lu\u00eds, Mauro Fecury, do Gerente de Opera\u00e7\u00f5es da Alcoa, Luiz Antonio Monteiro Oliveira e do Presidente da Associa\u00e7\u00e3o Comercial do Maranh\u00e3o, Haroldo Cavalcanti, plantara uma simb\u00f3lica muda de ip\u00ea amarelo, e, como se fora a pedra fundamental, autorizava o in\u00edcio da fase de constru\u00e7\u00e3o daquele que viria a ser um dos maiores projetos metal\u00fargicos da Am\u00e9rica Latina. Na foto ao lado, o registro do plantio de uma muda do ip\u00ea amarelo, que representou simbolicamente o lan\u00e7amento da pedra fundamental da f\u00e1brica, naquela distante quinta-feira do ano de 1980.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">Estava aberta portanto&nbsp;<\/span><\/strong>a torneira de um dos mais importantes e mais expressivos investimentos privados &#8211; cerca de 1,5 bilh\u00e3o de d\u00f3lares &#8211; naquele Brasil de pura recess\u00e3o. Antes de chegar ao Maranh\u00e3o &#8211; estado escolhido por raz\u00f5es naturais portu\u00e1rias e por estar situado numa zona de cobertura de energia farta garantida pela hidroel\u00e9trica de Tucuru\u00ed &#8211; o projeto Alumar, distante apenas 18 kms da capital S\u00e3o Lu\u00eds, teve o aval de nada menos de cinco minist\u00e9rios, devidamente endossado pela assinatura inquestion\u00e1vel do Presidente da Rep\u00fablica do Brasil. Na \u00e9poca, o General Jo\u00e3o Batista Figueiredo.<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><span style=\"color: #003300;\"><strong>O per\u00edodo, no entanto,<\/strong><\/span>&nbsp;n\u00e3o era apenas de dificuldades econ\u00f4micas. As turbul\u00eancias pol\u00edticas tamb\u00e9m eram grandes. O pa\u00eds era governado pelo \u00faltimo dos generais e caminhava a dif\u00edcil trilha em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s elei\u00e7\u00f5es diretas que culminariam em um presidente civil. O Presidente Figueiredo por\u00e9m n\u00e3o deixaria o Governo sem antes conhecer o canteiro de obras da f\u00e1brica de alum\u00ednio maranhense. Em 1983, mais precisamente no m\u00eas de junho, numa comitiva onde al\u00e9m dos diretores da Alcoa e Billiton tamb\u00e9m se fazia presente o empres\u00e1rio Sebasti\u00e3o Camargo, o General Presidente inspecionou obras, ouviu explica\u00e7\u00f5es, conheceu o projeto e foi embora praticamente da mesma forma como chegou: sem muitas palavras.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #003300;\"><strong>Um ano depois, quando<\/strong><\/span>&nbsp;o complexo seria inaugurado, foi novamente convidado. N\u00e3o veio. Aquela efervesc\u00eancia de antes em Bras\u00edlia, mais pol\u00edtica do que nunca no ano de 1984, impediriam aquela que seria a \u00faltima viagem de um presidente militar ao Maranh\u00e3o.<br \/>\nVoltando \u00e0 cena anterior, a do Tabebuia serratifolia (nome cient\u00edfico do ip\u00ea), vamos encontrar um Brasil iniciando a d\u00e9cada de 80 de forma conturbada, embora o Maranh\u00e3o, por conta dos grandes projetos industriais, viva o seu melhor momento no aspecto de grandes investimentos e promessas de futuro. No dia 01 de agosto daquele ano, o Estado amanheceu com um imenso canteiro de obras duas vezes maior que o Projeto Jari, no Par\u00e1, e logo se transformaria no centro das aten\u00e7\u00f5es dos grandes investidores.<\/p>\n<p><span style=\"color: #003300;\"><strong>A figura do gringo, antes<\/strong><\/span>&nbsp;rara e passageira, tamb\u00e9m seria incorporada de forma definitiva \u00e0 vida da capital, S\u00e3o Lu\u00eds, que, de uma hora para outra, se viu diante de uma situa\u00e7\u00e3o curiosa: falava o melhor portugu\u00eas do Brasil e o pior ingl\u00eas do mundo. No princ\u00edpio era apenas a Alcoa. A figura jur\u00eddica do Cons\u00f3rcio viria um ano depois do in\u00edcio da constru\u00e7\u00e3o da f\u00e1brica. No dia 29 de setembro de 1981, a Billiton Metais &#8211; uma empresa subsidi\u00e1ria da Shell &#8211; se incorporava ao projeto arrematando 40% das a\u00e7\u00f5es e se tornando parceria definitiva do imenso volume de investimentos. A Alcoa se manteve majorit\u00e1ria com 60%. Estava pronto o nov\u00edssimo modelo de gest\u00e3o e a nova empresa agora seria chamada de Cons\u00f3rcio de Alum\u00ednio do Maranh\u00e3o &#8211; Alumar.<\/p>\n<p><span style=\"color: #003300;\"><strong>As duas multinacionais<\/strong><\/span>&nbsp;ficariam sozinhas no mega projeto at\u00e9 o final, da constru\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m nos primeiros anos de opera\u00e7\u00e3o. A situa\u00e7\u00e3o mudou com a entrada da empresa canadense Alcan Alum\u00ednio e da americana Abalco, ambas na Refinaria. Na Redu\u00e7\u00e3o, onde \u00e9 fabricado o alum\u00ednio, a situa\u00e7\u00e3o se mant\u00e9m &#8211; Alcoa e Billiton &#8211; desde o nascimento do Cons\u00f3rcio, embora as cotas acion\u00e1rias j\u00e1 n\u00e3o fossem as mesmas. Uma reestrutura\u00e7\u00e3o de capital aumentou a participa\u00e7\u00e3o da Billiton em 4%, elevando a sua cota para 44%. Alcoa, que tinha 60%, ficou com os outros 56%, se mantendo por\u00e9m como acionista majorit\u00e1ria, como era no princ\u00edpio.<\/p>\n<figure id=\"attachment_331\" aria-describedby=\"caption-attachment-331\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-331 size-medium\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-5-300x256.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"256\" srcset=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-5-300x256.jpg 300w, https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-5.jpg 310w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-331\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #993300;\"><em><strong>Maur\u00edcio Mac\u00eado: aqui est\u00e1 nascendo nosso futuro Parque Ambiental.<\/strong><\/em><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p><strong><span style=\"color: #003300;\">Os primeiros anos<\/span><\/strong>&nbsp;da d\u00e9cada de 80 para o Brasil, como j\u00e1 fora dito antes, eram de dificuldades. Por isso muitas frentes de investimentos foram abertas fora das zonas de influ\u00eancias pol\u00edticas, como o Norte-Nordeste, por exemplo. Al\u00e9m da Alumar, em S\u00e3o Lu\u00eds, outros projetos importantes foram implantados com o objetivo de usufruir dos incentivos do Governo Federal, sobretudo por causa das jazidas de min\u00e9rios descobertas na regi\u00e3o e da energia excedente de Tucurui.<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">Como exemplos,<\/span><\/strong>&nbsp;a Minera\u00e7\u00e3o Rio do Norte (Trombetas), Albras e Alunorte (Vila do Conde), todas no estado do Par\u00e1. Na esteira desses empreendimentos o Maranh\u00e3o foi o grande beneficiado. Diversos outros n\u00facleos industriais aqui seriam instalados, entre os quais as guzeiras ao longo da ferrovia de Caraj\u00e1s nas regi\u00f5es de A\u00e7ail\u00e2ndia e Santa In\u00eas. Outra conseq\u00fc\u00eancia: a cidade maranhense de Ros\u00e1rio viu finalmente implantado o projeto da Metalman e at\u00e9 mesmo o nosso Distrito Industrial experimentou uma expans\u00e3o at\u00e9 certo ponto surpreendente, considerando as dificuldades econ\u00f4micas de ent\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #003300;\"><strong>Projetada inicialmente para<\/strong><\/span>&nbsp;uma produ\u00e7\u00e3o inicial de 100 mil toneladas de alum\u00ednio e 500 mil de alumina, a f\u00e1brica da Alumar enfrentou s\u00e9rios desafios antes de liberar a primeira fuma\u00e7a branca pelas chamin\u00e9s de sua Refinaria. Se o mundo dos d\u00f3lares e da alta tecnologia caiu de uma hora para outra nessa parte distante do mapa, um outro mundo, o do apocalipse, tamb\u00e9m despencou na cabe\u00e7a dos respons\u00e1veis pela f\u00e1brica e &#8211; como n\u00e3o poderia deixar de ser &#8211; na daqueles que autorizaram a sua implanta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">Estudos de duvidosas<\/span><\/strong>&nbsp;bases cient\u00edficas eram exibidos por pol\u00edticos de oposi\u00e7\u00e3o e naturalistas oportunistas com um s\u00f3 prop\u00f3sito: salvar a ilha da cat\u00e1strofe e da hecatombe que se abateria sobre a capital maranhense. A Alumar, diziam eles, iria aniquilar de vez o nosso meio ambiente, matar a fauna, a flora e, por conseq\u00fc\u00eancia, os at\u00e9 ent\u00e3o assustados habitantes. Alheios \u00e0 campanha anti-Alcoa, os engenheiros da empresa, quase todos americanos, praticamente exigiram dos seus tra-dutores que os poupassem dessa parte, relevando assim a &#8220;ofensiva&#8221; \u00e0 sua verdadeira import\u00e2ncia. A constru\u00e7\u00e3o da f\u00e1brica seguiu seu curso, ningu\u00e9m morreu, a ilha continua aqui e o Maranh\u00e3o agradece.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #003300;\"><strong>Sua fr\u00e1gil economia inicia<\/strong><\/span>&nbsp;um novo ciclo. J\u00e1 fora agr\u00edcola, mudara para t\u00eaxtil e agora adentrava &#8211; de lingotes em punho &#8211; na era moderna da industria metal\u00fargica. Melhor: estr\u00e9ia como protagonista no disputad\u00edssimo mercado mundial de alum\u00ednio e de min\u00e9rio de ferro. O Maranh\u00e3o, mais agradecido ainda, viu um mundo de novas empresas aqui se instalarem a rebo-que das empresas-m\u00e3e. Como resultado desse pool, toda a economia mudou, corno mudaram tamb\u00e9m as dimens\u00f5es das coisas e, principalmente, dos equipamentos. O porto do Itaqui, que antes se bastava com guindastes de 6 mil quilos, logo teve que contratar novas empresas para solucionar desafios de encomendas superior a 35 toneladas, na grande maioria das vezes, com at\u00e9 30 metros de comprimentos.<\/p>\n<p><span style=\"color: #003300;\"><strong>Bem ou mal, o Estado<\/strong><\/span>&nbsp;e os maranhense fizeram a sua parte. A incerteza dos primeiros momentos fora aos poucos sendo substitu\u00edda pela confian\u00e7a. Esse novo sentimento d\u00e1 aos investidores o aval necess\u00e1rio para continuar. De outra forma, como justificar os prop\u00f3sitos das empresas Alcoa e Billiton em investir tanto dinheiro no Maranh\u00e3o? Por qu\u00ea investidores com neg\u00f3cios no mundo inteiro escolheriam esse peda\u00e7o sumido do mapa, muito distante das regi\u00f5es pr\u00f3ximas dos seus interesses?<\/p>\n<figure id=\"attachment_332\" aria-describedby=\"caption-attachment-332\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-332 size-medium\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-6-300x241.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"241\" srcset=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-6-300x241.jpg 300w, https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-6.jpg 310w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-332\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #993300;\"><em><strong>Biodigestores. As cargas do porto do Itaqui se agigantaram de uma hora para outra com o novo empreendimento<\/strong><\/em><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">Quem quer que Ihes<\/span><\/strong>&nbsp;tenha dito que o Eldorado seria aqui, n\u00e3o mentiu. Pouco tempo depois, os mais renomados especialistas em grandes investimentos n\u00e3o tinham mais receio em afirmar que o Maranh\u00e3o seria, naquele momento conturbado da economia nacional, o \u00fanico Estado brasileiro onde alguma coisa grandiosa estava acontecendo. Uma s\u00f3 n\u00e3o. Duas. Al\u00e9m do Cons\u00f3rcio Alumar, tamb\u00e9m a Companhia Vale do Rio Doce iniciava a implanta\u00e7\u00e3o do projeto Ferro Caraj\u00e1s. Nesse caso, o do ferro, s\u00f3 na ferrovia a ser implantada entre a cidade paraense de Paraopebas e a capital maranhense, seriam assentados mais de mil e quinhentos quil\u00f4metros de trilhos, considerando a linha principal e os p\u00e1tios de desvios.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #003300;\"><strong>No outro, o do alum\u00ednio,<\/strong><\/span>&nbsp;tomando por base apenas a Fase 1, os n\u00fameros s\u00e3o igualmente impressionantes: movimenta\u00e7\u00e3o de 18 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de terraplanagem; dragagem de 18 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de material no estreito do coqueiro; lan\u00e7amento de 155 mil metros c\u00fabi-cos de concreto; fabrica\u00e7\u00e3o e montagem de 18 mil toneladas de tanques; montagem de mais de 30 mil toneladas de equipamentos e igual quantidade de estruturas met\u00e1licas; montagem de 12 mil toneladas de tubula\u00e7\u00f5es; 42 kms de correias transportadoras; constru\u00e7\u00e3o de dois viadutos, um terminal portu\u00e1rio e, por fim, constru\u00e7\u00e3o e pavimenta\u00e7\u00e3o de mais de 35 kms de rodovias na \u00e1rea interna da f\u00e1brica.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #003300;\">O cronograma de obra<\/span><\/strong>&nbsp;demonstrou como a constru\u00e7\u00e3o da f\u00e1brica maranhense foi levada a s\u00e9rio e os padr\u00f5es do Tio Sam fizeram escola. Um dos primeiros Gerentes de Produ\u00e7\u00e3o, o americano Samuel B. Devall, costumava perguntar aos seus auxiliares mais pr\u00f3ximos como estava a alma da f\u00e1brica. Era sua maneira pr\u00e1tica de aferir o contentamento dos empregados e, a partir dessa informa\u00e7\u00e3o, solucionar insatis-fa\u00e7\u00f5es e garantir prazos e cronogramas.<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">Na pr\u00e1tica ele apenas<\/span><\/strong>&nbsp;recorria a um modelo de j\u00e1 dera certo antes. Em novembro de 83, no pique da obra, o Gerente de Constru\u00e7\u00e3o, Robert Dutcher, mantinha sob suas ordens 15 mil homens, numa mistura de ra\u00e7as e talentos que mesmo n\u00e3o falando a mesma l\u00edngua, tinham em comum uma \u00fanica miss\u00e3o: entregar a obra no espa\u00e7o de tempo preestabelecido e dentro dos padr\u00f5es americanos de seguran\u00e7a e confiabilidade.<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong>\u00c0 medida que o calend\u00e1rio ia<\/strong>&nbsp;avan\u00e7ando a Alumar crescia como f\u00e1brica. Faltando apenas seis meses para a inaugura\u00e7\u00e3o, a maioria das frentes j\u00e1 estava na fase de implanta\u00e7\u00e3o e montagem dos equipamentos. O porto, de todas, era a mais adiantada. No dia 17 de janeiro de 1983, atracava no Terminal da Alumar, o navio Alamoa, carregado de soda c\u00e1ustica. Era o primeiro de uma s\u00e9rie de desembarques com as mat\u00e9rias primas necess\u00e1rias para dar subst\u00e2ncia ao metal objetivo de todo o esfor\u00e7o iniciado na simpl\u00f3ria cena do ip\u00ea amarelo: o alum\u00ednio.<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">Depois da soda c\u00e1ustica,<\/span><\/strong>&nbsp;adentraram pela ordem, no nov\u00edssimo porto, bauxita &#8211; o primeiro navio com esse min\u00e9rio foi o Puffin Arrow, no dia 17 de mar\u00e7o de 1984 &#8211; coque, carv\u00e3o mineral e piche. Assim como o cais, a Refinaria tamb\u00e9m j\u00e1 ensaiava vida ativa e a alumina estava cada vez mais pr\u00f3xima. O mesmo poderia ser dito da Redu\u00e7\u00e3o, dos lagos de res\u00edduos, do sistema pr\u00f3prio de abastecimento de \u00e1gua, da sala de cubas e dos demais pr\u00e9dios onde iriam ser instaladas as oficinas e os centros administrativos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #003300;\"><strong>Ao mesmo tempo que<\/strong><\/span>&nbsp;os edif\u00edcios iam sendo conclu\u00eddos e os equipamentos montados, a data da inaugura\u00e7\u00e3o oficial se aproximava mais ainda. No dia 13 de maio de 1984 &#8211; exatos tr\u00eas meses antes do grande dia &#8211; a Refinaria entraria em opera\u00e7\u00e3o pela primeira vez com a circula\u00e7\u00e3o de licor aquecido. Trinta dias depois iniciaria a produ\u00e7\u00e3o de alumina calcinada. O teste final aconteceu na Redu\u00e7\u00e3o, em 09 de julho daquele ano. Sob aplausos, as primeiras toneladas de alum\u00ednio genuinamente maranhense, deixaram a sala de cubas conduzidas, em estado l\u00edquido, por cadinhos escaldantes para, enfim, no setor de lingotamento, solidificarem sob a forma de lingotes.<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">Chegou ent\u00e3o o grande<\/span><\/strong>&nbsp;momento. 1.476 dias depois daquela cena simb\u00f3lica do Ip\u00ea amarelo, finalmente estava conclu\u00edda a fase de trabalho, sacrif\u00edcios e desafios. Com o alum\u00ednio pronto, uma pausa e a melhor de todas as roupas porque era preciso fazer hist\u00f3ria. A data escolhida para a inaugura\u00e7\u00e3o oficial da Alumar foi uma quinta-feira: 16 de agosto de 1984. O Presidente Jo\u00e3o Figueiredo mais uma vez n\u00e3o veio, mas mandou dois representante: Os ministros C\u00e9sar Carls, das Minas e Energia e Camilo Pena, da Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio.<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">A lado deles, o representante<\/span><\/strong>&nbsp;da Alcoa, Alain Belda; da Billitonn, Abel Carparelli; do Programa Grande Caraj\u00e1s, Jo\u00e3o Menezes; o ent\u00e3o Gerente de Opera\u00e7\u00f5es da Alumar, Luiz Antonio de Oliveira e autoridades pol\u00edticas da mais alta patente do Estado. Pela ordem, o governador Luiz Alves Coelho da Rocha, o prefeito Mauro de Alencar Fecury e o presidente da Assembl\u00e9ia Legislativa, deputado Celso Coutinho. A cerim\u00f4nia, no entanto, n\u00e3o interromperia mais a linha de produ\u00e7\u00e3o. Naquele instante, da mesma forma que as letras formavam as palavras e estas os discursos, o porto recebia a bauxita, a Refinaria produzia alumina e a Redu\u00e7\u00e3o a transformava em alum\u00ednio.<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">FASE II<\/span>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/strong>O objetivo inicial de 100 mil toneladas de alum\u00ednio e 500 mil de alumina estava garantido. Mas a expectativa do mercado j\u00e1 n\u00e3o era mais a mesma. A R\u00fassia ainda era Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica e tanto os executivo da Alcoa quanto da Billiton j\u00e1 haviam vislumbrado o que eles chamam de &#8220;oportunidades da crise&#8221;. Resultado: antes mesmo da inaugura\u00e7\u00e3o da primeira fase, os donos do Cons\u00f3rcio Alumar j\u00e1 haviam autorizados o in\u00edcio da constru\u00e7\u00e3o da Fase II. Mais uma vez o Maranh\u00e3o agradece. A nova etapa significa mais 200 milh\u00f5es de d\u00f3lares de investimentos. Dessa vez com um naco de capital nacional injetado pela gigante da constru\u00e7\u00e3o civil, a Camargo Corr\u00eaa, a mais nova acionista da Alcoa do Brasil.<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">Apoiada por uma Refinaria&nbsp;<\/span><\/strong>tecnicamente capaz de produzir muito al\u00e9m das 500 mil toneladas anuais iniciais, a nova expans\u00e3o centrou recursos na amplia\u00e7\u00e3o de alguns pr\u00e9dios, otimizou uma s\u00e9rie de outros equipamentos, mas principalmente investiu pesado no setor de Redu\u00e7\u00e3o. Dois novos pr\u00e9dios de cubas eletrol\u00edticas foram constru\u00eddos, ambos com 900 metros de extens\u00e3o e cada um equipado com 125 novas unidades.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_333\" aria-describedby=\"caption-attachment-333\" style=\"width: 437px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-333\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-7-300x202.jpg\" alt=\"\" width=\"437\" height=\"294\" srcset=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-7-300x202.jpg 300w, https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-7.jpg 310w\" sizes=\"(max-width: 437px) 100vw, 437px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-333\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #993300;\"><em><strong>O ent\u00e3o presidente da Rep\u00fablica Jos\u00e9 Sarney, visita as obras da nova f\u00e1brica, sob os olhares do jornalista S\u00e9rgio Brito e do engenheiro Edson Daniel<\/strong><\/em><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">Se tudo corresse bem, a nova <\/span><\/strong>etapa seria conclu\u00edda em julho de 1986. Correu melhor ainda. Em mar\u00e7o daquele ano, mais precisamente no dia 18, como para compensar a falta hist\u00f3rica da primeira Fase, ningu\u00e9m menos que o pr\u00f3prio Presidente da Rep\u00fablica, fez quest\u00e3o de cortar a fita simb\u00f3lica. Seu nome: Jos\u00e9 Sarney, cujo orgulho, refletia em todas as suas manifesta\u00e7\u00f5es de maranhense. Com a Fase II, as metas de produ\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio e alumina praticamente triplicaram: o primeiro passou de 100 mil para 245 mil toneladas\/ano, enquanto a segunda beirou a casa de um milh\u00e3o de toneladas.<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">FASE III<\/span>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/strong>Tr\u00eas anos depois da entrada em opera\u00e7\u00e3o da Fase II. Alcoa e Billiton decidiram: j\u00e1 era hora de uma nova fornada de capital na empresa. Entra em fase de constru\u00e7\u00e3o a \u00faltima das amplia\u00e7\u00f5es do Projeto Alumar, seq\u00fcencialmente chamado de Fase III. Outra vez a Redu\u00e7\u00e3o ganhou prioridade nas amplia\u00e7\u00f5es. Mais dois pr\u00e9dios de cubas acrescentaram 145 unidades \u00e0s 563 das duas fases anteriores, perfazendo um total de 608. Tamb\u00e9m foram ampliados os setores de cozimento de \u00e2nodos e lingotamento, constru\u00eddos novos silos de estocagem de alumina e adquiridos outras unidades de retificadores, compressores, reatores e uma s\u00e9rie de outros equipamentos fundamentais para os novos par\u00e2metros de produ\u00e7\u00e3o. A Fase III entrou em opera\u00e7\u00e3o no dia 18 de setembro de 1990 catapultando a produ\u00e7\u00e3o de alu-m\u00ednio para 345 mil toneladas\/ano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #003300;\"><strong>Com tamanha capacidade de<\/strong><\/span>&nbsp;produ\u00e7\u00e3o, o Cons\u00f3rcio Alumar ratificou ainda mais sus posi\u00e7\u00e3o de maior produtor de alum\u00ednio do pa\u00eds \u2013 posi\u00e7\u00e3o j\u00e1 alcan\u00e7ada com \u00e2 Fase II \u2013 situando-o entre as tr\u00eas maiores plantas do mundo. Uma das maiores e, seguramente, uma da mais eficientes. Nos \u00faltimos cinco anos a produ\u00e7\u00e3o tem se mantido praticamente a mesma. Ou seja: 365 mil de alum\u00ednio e 1,25 milh\u00e3o de alumina. Essa normalidade tamb\u00e9m se faz presente na \u00e1rea de importa\u00e7\u00e3o das mat\u00e9rias primas utilizadas. A m\u00e9dia mensal de navios no terminal portu\u00e1rio da empresa tem se mantido em 11,3 e seus n\u00fameros de movimentos de cargas e tonelagem sempre batem acima de 3 milh\u00f5es de toneladas\/ano.<\/p>\n<figure id=\"attachment_334\" aria-describedby=\"caption-attachment-334\" style=\"width: 325px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-334 \" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-8-300x212.jpg\" alt=\"\" width=\"325\" height=\"230\" srcset=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-8-300x212.jpg 300w, https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-8-120x85.jpg 120w, https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-8.jpg 310w\" sizes=\"(max-width: 325px) 100vw, 325px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-334\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #993300;\"><em><strong>As pilastras come\u00e7am a surgir onde seria o futuro Terminal Portu\u00e1rio da Alumar<\/strong><\/em><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"left\"><span style=\"color: #003300; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong>O PORTO &#8211; <\/strong><\/span><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">Construido de forma priorit\u00e1ria juntamente com a Fase I, o Terminal da Alumar est\u00e1 localizado na ba\u00eda de S\u00e3o Marcos conflu\u00eancia do Estreito dos Coqueiros com o Rio dos Cachorros, a Oeste da Ilha de S\u00e3o Lu\u00eds, tendo na margem oposta a Ilha de Taua Mirim. Com um canal de acesso de 5,5 kms &#8211; a partir do porto do Itaqui &#8211; apresenta uma largura m\u00ednima de 120 metros, sinalizado e balizado pela pr\u00f3pria empresa.<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">O terminal tem capacidade<\/span><\/strong>&nbsp;para receber navios de at\u00e9 50 mil toneladas, calando de 8 a 12 metros quando carregados. Apesar de ter sido projetado para operar em sua maior parte do tempo com descarregamento de mat\u00e9rias-primas, como bauxita, carv\u00e3o, coque, piche, soda c\u00e1ustica e carv\u00e3o mineral, tamb\u00e9m foi concebido para operar com exporta\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">Primeiro seria apenas a&nbsp;<\/span><\/strong>alumina excedente, distribu\u00eddas entre as empresas consorciadas de acordo com as cotas de cada uma na Refinaria. Depois, gra\u00e7as a sucessivas experi\u00eancias, inclusive com colabora\u00e7\u00f5es de empresas estivadoras como Costa Norte e Pedreiras Transportes, pas-sou tamb\u00e9m a exportar o seu pr\u00f3prio alum\u00ednio. Os primeiros testes, feitos em dezem-bro de 1995, come\u00e7aram de forma t\u00edmida, com 6,8 mil toneladas.<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">Essa pr\u00e1tica atingiu&nbsp;<\/span><\/strong>seu mais alto grau de efici\u00eancia em 1998, quando mais da metade do alum\u00ednio produzido foi exportado pelo terminal da empre-sa. At\u00e9 agora a empresa realizou 55 embarques de alum\u00ednio, sendo o maior deles de o de 28,5 mil toneladas. Para a Alumar, no entanto, exportar seu pr\u00f3prio alum\u00ednio ficou mesmo no terreno das experi\u00eancias. Nesse caso, o principal produto a deixar o terminal \u00e9 a alumina. A quase totalidade do alum\u00ednio produzido pelas empresas consorciadas deixa o Maranh\u00e3o atrav\u00e9s do porto do Itaqui. Apenas uma pequena parte \u2013 menos de 10% &#8211; \u00e9 transportada via rodovi\u00e1ria para o Sudeste do pa\u00eds.<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">A REFINARIA<\/span>&nbsp;&#8211;&nbsp;<\/strong><\/span>A Refinaria \u00e9 a parte da f\u00e1brica onde o milagre acontece. A bauxita &#8211; vermelha e barrenta &#8211; entra em seus digestores, atravessa milhares de metros de tubos, recebe banhos e mais banhos, \u00e9 lavada e misturada com soda c\u00e1ustica e, algum tempo de-pois, \u00e9 branca como um a\u00e7\u00facar e pura como uma tapioca. Todo o processo \u00e9 controlado por um moderno sistema de computadores, garantindo assim a m\u00e1xima efici\u00eancia dos equipamentos e um desperd\u00edcio pr\u00f3ximo de zero de mat\u00e9rias-primas. Um dos maiores artefatos da f\u00e1brica est\u00e1 na Refinaria. S\u00e3o os chamados precipitadores, com seus fant\u00e1sticos 18 metros de di\u00e2metros e 30 de altura. As caldeiras &#8211; em n\u00famero de tr\u00eas &#8211; tamb\u00e9m se destacam pelo gigantismo. Juntas produzem 210 toneladas\/hora de vapor, efici\u00eancia conseguida gra\u00e7as ao sistema de reinje\u00e7\u00e3o de cinzas, processo at\u00e9 ent\u00e3o in\u00e9dito no Brasil. Isso n\u00e3o \u00e9 tudo. S\u00f3 nos trocadores de calor foram implantados o equivalente a 200 quil\u00f4metros de tubos de a\u00e7o, ou quatro vezes o tamanho da rede do sistema Italu\u00eds.<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #003300;\">O processo de fabrica\u00e7\u00e3o da<\/span><\/strong>&nbsp;alumina consiste em cinco etapas a saber: moagem,digest\u00e3o, classifica\u00e7\u00e3o, precipita\u00e7\u00e3o e calcina\u00e7\u00e3o. Pronta, a alumina tem dois destinos: A maior parte segue para a Redu\u00e7\u00e3o onde alimentar\u00e1 as cubas para fabrica\u00e7\u00e3o do alum\u00ednio &#8211; na propor\u00e7\u00e3o de 2X1 &#8211; enquanto o excedente vai para os silos de estocagem na \u00e1rea do porto para ser ex-portado de acordo com os interesses de cada uma das empresas consorciadas. Enquanto Alcoa entrega sua cota para ser comercializada e exportada pela Abalco, a Billiton destina parte de sua alumina para a Valesul, no Rio de Janeiro, onde tamb\u00e9m produz alum\u00ednio em sociedade com a Companhia Vale do Rio Doce. O resto \u00e9 exportado. No caso da Alcan s\u00e3o dois os destinos de sua alumina. Uma parte segue para a sua f\u00e1brica de alum\u00ednio prim\u00e1rio em Aratu, na Bahia, enquanto a outra \u00e9 exportada para o Canad\u00e1.<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">REDU\u00c7\u00c3O<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; Depois de percorrer mais de 1.890 kms em navios, de Trombetas, no Par\u00e1, at\u00e9 S\u00e3o Lu\u00eds, no Maranh\u00e3o, finalmente a bauxita encontra o seu destino mais nobre. J\u00e1 foi carga de por\u00e3o, passou por todas as fases da Refinaria, foi chamada de lama, se viu alumina e, finalmente, na Redu\u00e7\u00e3o &#8211; ter\u00e1 o maior choque de sua vida \u00e9 verdade &#8211; mas ser\u00e1 para todo o sempre alum\u00ednio. Ali tudo beira o limite. A corrente el\u00e9trica \u00e9 tanta que um linh\u00e3o de 500 Kv foi constru\u00eddo s\u00f3 para alimentar as atuais 608 cubas eletrol\u00edticas. Estas, por sua vez, consomem mais de 195 mil \u00e2nodos por ano, com m\u00e9dia mensal de 16,2 unidades. Se no resto da f\u00e1brica os cuidados s\u00e3o sempre redobrados, na Redu\u00e7\u00e3o s\u00e3o muito mais inda.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #003300;\"><strong>Antes de ganhar consist\u00eancia<\/strong><\/span>&nbsp;s\u00f3lida pr\u00f3pria dos metais, o alum\u00ednio deixa as cubas em estado l\u00edquido sendo transportado atrav\u00e9s de recipientes chamados cadinhos com destino a \u00e1rea de lingotamento. Aqui ganha duas identidades: lingotes ou bacias, dependendo do cliente ou do pa\u00eds para onde ser\u00e1 exportado. O primeiro formato \u00e9 o mais usual. Qualquer que seja o escolhido, no entanto, o destino do alum\u00ednio vai ser sempre o mesmo. Ser\u00e1 outra vez derretido para dar forma a um leque infinito de produtos, passando de uma prosaica panela de cozinha at\u00e9 as sofisticad\u00edssimas fuselagens de avi\u00f5es e naves espaciais.<\/p>\n<h3>Cronologia da F\u00e1brica de Alum\u00ednio da Alum\u00ednio da Alumar<\/h3>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong><em>1980 &#8211; JULHO<\/em><\/strong><\/span><em>&nbsp;&#8211; O plantio de um ip\u00ea amarelo (Tabebuia serratifolia) foi o marco inicial para a constru\u00e7\u00e3o da f\u00e1brica de Alum\u00edn\u00edo da Alcoa, no Estado do Maranh\u00e3o.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>1981- SETEMBRO<\/strong><\/span>&nbsp;&#8211; No dia 29 a multinacional Billiton Metais, ent\u00e3o subsidi\u00e1ria da Shell, entra no canteiro de obras pela porta dos acionistas e inaugura o modelo de gest\u00e3o chamado Cons\u00f3rcio.<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>1983 &#8211; JUNHO<\/strong><\/span>&nbsp;&#8211; O Presidente da Rep\u00fablica, General Jo\u00e3o Batista Figueiredo, acompanhado do empres\u00e1rio Se-basti\u00e3o Camargo, visita o canteiro de obra da f\u00e1brica da Alumar.<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">NOVEMBRO&nbsp;<\/span><\/strong>&#8211; A fase de constru\u00e7\u00e3o da Alumar atinge seu pique m\u00e1ximo de trabalho e de homens envolvidos: 15 mil s\u00f3 no canteiro de obras.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">1984 &#8211; JANEIRO<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; Ao atracar no dia 17, car-regado de soda c\u00e1ustica, o navio Alamoa inaugura o Terminal Portu\u00e1rio da Alumar e passa para a hist\u00f3ria como o primeiro de todos.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">MAR\u00c7O<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; Chega ao terminal Portu\u00e1rio da Alumar, no dia 25, o navio Puffin Arrow, vindo de Trombetas, no Par\u00e1. \u00c9 o primeiro carregamento de bauxita da hist\u00f3ria do Cons\u00f3rcio.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">MAIO<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; \u00c9 dada a partida da f\u00e1brica da Refinaria com meta de produ\u00e7\u00e3o anual de 500 mil toneladas de alumina.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">JULHO&nbsp;<\/span><\/strong>&#8211; Trinta dias antes da inaugura\u00e7\u00e3o oficial, a f\u00e1brica da Redu\u00e7\u00e3o entra em opera\u00e7\u00e3o pra valer com a Fase I.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">AGOSTO<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; No dia 16, os ministros Cesar Carls e Camilo Penna, juntamente com os caps do Con-s\u00f3rcio Alain Belda, Abel Carparelli e Luiz Antonio Oliveira, inauguram a f\u00e1brica do Cons\u00f3rcio de Alu-m\u00ednio do Maranh\u00e3o &#8211; Alumar.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>1986 &#8211; FEVEREIRO<\/strong><\/span>&nbsp;&#8211; A f\u00e1brica de Redu\u00e7\u00e3o deu partida da Fase II, elevando a produ\u00e7\u00e3o anu-a\/ de alum\u00ednio para 250 mil toneladas.<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">1990 &#8211; SETEMBRO<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; A Fase III da Redu\u00e7\u00e3o entra em opera\u00e7\u00e3o, atingindo as atuais 365 mil to-neladas de alum\u00ednio\/ano.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>1991 &#8211; OUTUBRO<\/strong><\/span>&nbsp;&#8211; Uma crise no pre\u00e7o do alum\u00ednio, o chamado &#8220;efeito R\u00fassia&#8221;, obriga as em-presas produtoras &#8211; como a Alumar &#8211; reformular toda planilha de investimento para o bi\u00eanio 1991 e 1992.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>1992 &#8211; FEVEREIRO<\/strong><\/span>&nbsp;&#8211; A empresa canadense Alcan Alum\u00ednio se integra &#8211; na Refinaria &#8211; as ou-tras multinacionais Alcoa e Billiton e se torna a mais nova integrante do Cons\u00f3rcio Alumar.<br \/>\n1993 &#8211; JANEIRO &#8211; O Navio J\u00falia, no dia 05, entra para a hist\u00f3ria da Alumar como o mil\u00e9simo a atracar no porto da empresa. Coque era o produto.<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">DEZEMBRO<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; A Refinaria atinge a produ\u00e7\u00e3o de 1 milh\u00e3o de toneladas\/ano de alumina. No mesmo m\u00eas, Com o projeto&#8221; Programa de Emiss\u00f5es de Fluoreto&#8221; a Alumar conquista o pr\u00eamio de Excel\u00ean-cia Ambiental concedido pela Alcoa Mundial.<br \/>\n<strong><span style=\"color: #ff0000;\"><br \/>\n1994 &#8211; JUNHO<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; Depois de alguns testes, finalmente a Alumar realiza o primeiro embarque de alum\u00ednio pelo seu pr\u00f3prio terminal. O navio Puffin Arrows, de bandeira panamenha, deixa o porto car-regado com 5 mil toneladas (da Billiton) com desti-no ao Jap\u00e3o.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">OUTUBRO<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; Um coquetel realizado pela Mansul, no conv\u00e9s do pr\u00f3prio navio, atracado no cais do Terminal da Alumar, serviu para comemo-rar a viagem inaugural do S\u00e3o Lu\u00edz.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\"><em>1995 &#8211; ABRIL&nbsp;<\/em><\/span><\/strong><em>&#8211; A Alumar faz doa\u00e7\u00e3o de 40 mil d\u00f3lares para a UFMA utilizar nas despesas com a 47&#8243; Reuni\u00e3o da SBPC &#8211; Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">JUNHO&nbsp;<\/span><\/strong>&#8211; Os Pr\u00e1ticos de todo o pa\u00eds, reunidos em S\u00e3o Lu\u00eds para o encontro Nacional da FRONAPE, visitam a f\u00e1brica da Alumar e conhe-cem o Terminal Portu\u00e1rio da empresa.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">AGOSTO<\/span>&nbsp;<\/strong>&#8211; A empresa Costa Norte testa pela primeira vez o i\u00e7amento dos atados de alum\u00ednio diretamente das carrocerias dos caminh\u00f5es. O na-vio foi o Pelican Arrows.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"color: #ff0000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><em>OUTUBRO<\/em><\/strong><\/span><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em>&nbsp;&#8211; Um aporte de capital da ordem de 36 milh\u00f5es de d\u00f3lares come\u00e7a a ser aplicado na Refinaria. Objetivo: otimizar a\u00e7\u00f5es, redimensionar equipamentos e elevar a produ\u00e7\u00e3o de 1 para 1,3 milh\u00e3o de toneladas de alumina.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>1996 &#8211; JULHO<\/strong><\/span>&nbsp;&#8211; A Alumar inaugura o Parque Ambiental, uma \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o com 1 mil e 800 hectares de mata virgem, brejos e manguezais. Presentes a Governadora Roseana Sarney e o vice-presidente mundial da Alcoa na \u00e1rea de meio-am-biente, Rick Kelson e o Superintendente de Meio Ambiente, Maur\u00edcio Macedo.<br \/>\n<em><br \/>\n<span style=\"color: #ff0000;\"><strong>OUTUBRO<\/strong><\/span>&nbsp;&#8211; Com o carregamento do navio Kwi Arrow, o terminal da Alumar atinge a expressiva marca de 100 mil toneladas de alum\u00ednio exporta-das. Foi o 14\u00b0 embarque do produto.<\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">1997 &#8211; JANEIRO<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; Um cheque de 42,8 mil d\u00f3lares \u00e9 repassado pela Alumar ao Senai para financiamento do projeto projeto Cequal.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">JUNHO<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; Um cabide de alum\u00ednio marca o inicio do projeto &#8220;Empres\u00e1rio do Futuro&#8221;, idealizado pela Alumar em conv\u00eanio com o CEFET.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\"><em>NOVEMBRO&nbsp;<\/em><\/span><\/strong><em>&#8211; In\u00edcio da implanta\u00e7\u00e3o do Alcoa Business System (ABS) na \u00e1rea de Eletrodos.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>1999 &#8211; MAR\u00c7O<\/strong><\/span>&nbsp;&#8211; A Alumar faz treinamento intensivo, simula\u00e7\u00f5es, e anuncia est\u00e1 preparada para o bug do mil\u00eanio.<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>2000 &#8211; JANEIRO<\/strong><\/span>&nbsp;&#8211; O engenheiro Luiz Carlos Fossati assume a Ger\u00eancia de Opera\u00e7\u00f5es do Con-s\u00f3rcio e \u00e9 o 5\u00b0 funcion\u00e1rio da Alcoa a assumir o posto mais alto da f\u00e1brica Alumar.<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">MAR\u00c7O<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; Anunciada a constru\u00e7\u00e3o de uma usi-na termo el\u00e9trica e duplica\u00e7\u00e3o da \u00e1rea do porto para os pr\u00f3ximos anos. O capital previsto para os investimentos \u00e9 superior a 1 bilh\u00e3o de d\u00f3lares.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">ABRIL<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; Brasil 500 Anos. A Alumar faz o plantio simb\u00f3lico de 100 mudas do pau brasil na \u00e1rea de f\u00e1brica. Tamb\u00e9m realiza mostra de quadros retra-tando a realidade dos \u00edndios brasileiros.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">JULHO<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; A Alumar conquista a cert\u00edfica\u00e7\u00e3o ISO 14001. \u00c9 mais um reconhecimento internacional a sua premiada pol\u00edtica de gerenciamento ambiental.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>JULHO<\/strong><\/span>&nbsp;&#8211; Dia 31. A f\u00e1brica &#8211; incluindo opera\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o &#8211; completa 20 anos e se consolida como uma planta de refer\u00eancia no mercado mun-dial de alum\u00ednio e alumina.<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><em><strong><span style=\"color: #ff0000;\">AGOSTO<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; Dia 16. A data marca a inaugura\u00e7\u00e3o oficial da f\u00e1brica, em 1984, pelos ministros C\u00e9sar Carls e Camilo Penna e mais os executivos Alain Belda (Alcoa), Abel Carpareli (Billiton) e Luiz Ant\u00f4nio Oliveira (Cons\u00f3rcio Alumar).<\/em><\/span><\/p>\n<h3 align=\"left\">Quem foi quem no Cons\u00f3rcio da Alumar<\/h3>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\">Abalco S.A&nbsp;<\/span><\/strong>&#8211; Fundada em 1995, quando passou a fazer parte do Cons\u00f3rcio Alumar, a Abalco S\/A \u00e9 uma Join Venture entre a Alcoa Incorporation e a multinacional australi-ana WMC.<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #0000ff;\">No Brasil<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; Criada com a finalidade espec\u00edfica de comercializar alumina, \u00e9 a mais nova integrante do Cons\u00f3rcio Alumar. Sua trajet\u00f3ria no Brasil \u00e9 igual ao registro de cria\u00e7\u00e3o: 01.01.1995. A sede da Abalco fica na cidade mineira de Po\u00e7os de Caldas e tem escrit\u00f3rio de representa\u00e7\u00e3o em S\u00e3o Lu\u00eds. Participa\u00e7\u00e3o acion\u00e1ria no Cons\u00f3rcio Alumar: 18.9% na Refinaria.<br \/>\n<strong><br \/>\nGerente Administrativo em S\u00e3o Lu\u00eds: Jos\u00e9 Carlos B. Pires<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"color: #ff0000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\">Alcoa &#8211; Alum\u00ednio S.A<\/span><\/strong><\/span><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">&nbsp;&#8211; Fundadada em 1888, a Alcoa pos-sui no mundo inteiro 300 unidades operacionais e escrit\u00f3rios comer-ciais em mais de 36 pa\u00edses. Sua produ\u00e7\u00e3o bruta anual de alum\u00ednio prim\u00e1rio \u00e9 de 22 milh\u00f5es de tone-ladas e emprega 140 mil funcio-n\u00e1rios. Ao adquirir o controle acion\u00e1rio da Reynolds Metal Company &#8211; o segundo maior pro-dutor de alum\u00ednio do mundo &#8211; e a Cordant, a Alcoa se transformou num dos maiores conglomerados empresarias do planeta, com faturamento de 21 bilh\u00f5es de d\u00f3-Iares por ano.<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #0000ff;\">No Brasil&nbsp;<\/span><\/strong>&#8211; No Brasil a empresa mant\u00e9m um escrit\u00f3rio central em S\u00e3o Paulo e f\u00e1bricas nas cidades de Alphaville, Sorocaba, Itajub\u00e1, Itapissuma, Lages, Po\u00e7os de Caldas, Salto, S\u00e3o Caetano, S\u00e3o Lu\u00eds, Tubar\u00e3o, Utinga e Rio de Janeiro. Participa tamb\u00e9m na \u00e1rea de minera\u00e7\u00e3o em Trombetas, na Minera\u00e7\u00e3o Rio do Norte. Sua rede de distribui\u00e7\u00e3o de produtos acabados de alum\u00ednio est\u00e1 presente em quase todo pa\u00eds: Belo Horizonte, Curitiba, Campinas, Caxias, Fortaleza, Florian\u00f3polis, S\u00e3o Paulo, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto e Vit\u00f3ria. Participa\u00e7\u00e3o acion\u00e1ria no Cons\u00f3rcio Alumar: 53.66% na Redu\u00e7\u00e3o e 35.1 % na Refinaria.<\/p>\n<p><span style=\"color: #666666;\">Gerente Administrativo em S\u00e3o Lu\u00eds: Jos\u00e9 Carlos Batista Pires<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\">Alcan Alum\u00ednio do Brasil Ltda<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; Como uma das mais importan-tes produtoras de alum\u00ednio do mun-do, a Alcan &#8211; l\u00edder nacional no se-tor de laminados &#8211; est\u00e1 presente com escrit\u00f3rios e opera\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o em 30 pa\u00edses. Atrav\u00e9s de subsidi\u00e1rias e associadas, a empresa domina todos os processos da cadeia produtiva do alum\u00ednio, indo desde a extra\u00e7\u00e3o da bauxita at\u00e9 a linha de produtos acabados, vendas e reciclagem.<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #0000ff;\">No Brasil<\/span><\/strong>&nbsp;&#8211; Sua trajet\u00f3ria nacional come\u00e7ou no ano de 1940, operando em tr\u00eas<br \/>\nestados: Bahia, na cidade de Arat\u00fa; Minas Gerais, em Ouro Pre-to e S\u00e3o Paulo, com tr\u00eas unidades: Mau\u00e1, Santo Andr\u00e9 e Pindamonhangaba. A empresa conta tam-b\u00e9m com a participa\u00e7\u00e3o em subsi-di\u00e1rias como a Alumar, no Maranh\u00e3o; Petrocoque S.A Ind\u00fas-tria e Com\u00e9rcio, no Estado de S\u00e3o Paulo e a Minera\u00e7\u00e3o Rio do Norte, no Par\u00e1. A Alcan do Brasil regis-trou uma receita de venda em 99 de 355 milh\u00f5es de d\u00f3lares e sua produ\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio no ano pas-sado foi de 104 mil toneladas. Par-ticipa\u00e7\u00e3o acion\u00e1ria no Cons\u00f3rcio Alumar: 10% na Refinaria.<\/p>\n<p><span style=\"color: #666666;\">Gerente Regional de S\u00e3o Lu\u00eds: Carmem Romana Teixeira<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\">Billiton Metais S.A&nbsp;<\/span><\/strong>&#8211; A Billiton \u00e9 uma companhia com atividades diversificadas de mine-ra\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de metais com sede em Londres e opera\u00e7\u00f5es na \u00c1frica do Sul, Brasil, Austr\u00e1lia, Col\u00f4mbia, Canad\u00e1, Mo\u00e7ambique e Suriname. Tem papel destacado na produ\u00e7\u00e3o de bauxita, alumina, alum\u00ednio,cal, carv\u00e3o, n\u00edquel, mangn\u00eas, cromo, tit\u00e2nio e outros metais n\u00e3o ferrosos como cobre, zinco e chumbo. Emprega 32 mil pessoas e seus ativos est\u00e3o na or-dem de 9,5 bilh\u00f5es de d\u00f3lares.<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #0000ff;\">No Brasil&nbsp;<\/span><\/strong>&#8211; A empresa opera no Brasil des-de 1972, com maior foco na produ\u00e7\u00e3o de bauxita, alumina e alum\u00ednio. Participa no Cons\u00f3rcio Alumar tanto na Refinaria de Alumina, onde possui 35%, quanto na Redu\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio, com 46%. Tamb\u00e9m est\u00e1 presente na Valesul Alum\u00ednio S.A, produtor de alum\u00ednio localizado no Rio de Janeiro, onde possui 46% de participa\u00e7\u00e3o em parceria com a Companhia Vale do Rio Doce e na Minera\u00e7\u00e3o Rio do Norte &#8211; mina aberta de bauxita no estado do Par\u00e1 &#8211; com 15% das a\u00e7\u00f5es em parceria com diversas empresas como Alcan, Alcoa, CBA e CVRD. Mais recentemente, a empresa adquiriu participa\u00e7\u00e3o de 2,1% na Companhia Vale do Rio Doce.<\/p>\n<p><span style=\"color: #666666;\">Gerente Comercial em S\u00e3o Lu\u00eds: Daniel Mariano Vinent<\/span><\/p>\n<h3>Depoimentos de pessoas que fizeram, ou ainda fazem parte dessa hist\u00f3ria<\/h3>\n<p>A seguir, destacamos trechos de depoimentos de representantes da Alumar publicadas no Jornal da Soamar, entre os anos de 1992 a 2000. Todas as entrevistas de autoria do jornalista Carlos Andrade, ent\u00e3o editor do JS e agora igualmente editor do seu remanescente, o site www.postosma.com.br<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #0066cc; font-size: x-large;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-335 alignleft\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-9.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"230\">Reinaldo Faray J\u00fanior<\/span><\/strong><em><strong><span style=\"font-size: large;\"><br \/>\n<span style=\"color: #666666;\">Superintendente de porto da Alumar (<\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"color: #990000;\">Mar\u00e7o de 1992<\/span><span style=\"color: #666666;\"><strong>)<\/strong><\/span><\/span><\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">\u201cUma das caracter\u00edsticas principais do projeto Alumar \u00e9 o crescimento sistem\u00e1tico de suas metas. No in\u00edcio nosso terminal movimentava de quatro a cinco navios. A m\u00e9dia agora est\u00e1 acima de 10 por m\u00eas\u201d.<\/span><\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">\u201cA quest\u00e3o do aumento de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 uma estrat\u00e9gia de mercado, visto n\u00e3o haver indicativo de aumento de consumo. Quanto a energia n\u00e3o teremos problema porque Tucuru\u00ed pode nos fornecer quantitativo superior ao nosso consumo atual\u201d.<\/span><\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">\u201cNosso canal apresenta uma forma\u00e7\u00e3o at\u00edpica com elementos em suspens\u00e3o. Por essa raz\u00e3o as cotas de profundidade s\u00e3o obtidas somente com leituras tipo gama-densimetro e obedecem a regras espec\u00edficas\u201d.<br \/>\n<\/span><\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #0066cc; font-size: x-large;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-336 alignleft\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-10.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"226\">Jos\u00e9 Cilon Lages Filho<\/span><span style=\"font-size: large;\"><br \/>\n<span style=\"color: #666666;\">Gerente Comercial da Billiton (<\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"color: #990000;\">Maio de 1992<\/span><span style=\"color: #666666;\"><strong>)<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">\u201cAs crises e os ciclos de econ\u00f4micos atingem a todos os regimes de governos e a todas as empresas. Atualmente a Europa e os Estados Unidos est\u00e3o em recess\u00e3o. O Jap\u00e3o reduziu sua taxa de crescimento e como conseq\u00fc\u00eancias, pesos pesados do porte da General Motor, IBM e City Bank tiveram os maiores preju\u00edzos da hist\u00f3ria\u201d.<\/span><\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">\u201cNo caso da Shell\/Billiton os planos de neg\u00f3cios e investimentos s\u00e3o feitos de cinco em cinco anos. No entanto o reavaliamento estrat\u00e9gico \u00e9 feito a cada 12 meses. N\u00e3o se trata apenas de sobreviver no mercado, mas tamb\u00e9m, e principalmente, captar as oportunidades da crise, pois como diz um velho ditado esquim\u00f3, s\u00f3 os cachorros da frente v\u00eaem a mesma paisagem\u201d.<\/span><\/em><\/p>\n<p>\u201cO sistema portu\u00e1rio brasileiro \u00e9 regido por uma legisla\u00e7\u00e3o de cinco d\u00e9cadas. Portanto, cheia de v\u00edcios, entraves burocr\u00e1ticos, exporta\u00e7\u00e3o de impostos, comprometendo, inclusive, a nossa participa\u00e7\u00e3o no mercado mundial. Somos a oitava economia do ocidente, enquanto as nossas exporta\u00e7\u00f5es representam apenas 0,9% das transa\u00e7\u00f5es globais\u201d.<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong><span style=\"color: #0066cc; font-size: x-large;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-337 alignleft\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-11.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"236\">Jos\u00e9 Rodolfo Lopes<\/span><\/strong><em><strong><br \/>\n<span style=\"color: #666666;\">Gerente de Opera\u00e7\u00f5es da Alumar (<\/span><\/strong><\/em><span style=\"color: #990000;\"><em>Julho de 1992<\/em><\/span><span style=\"color: #666666;\"><em><strong>)<\/strong><\/em><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">\u201cA Alcoa foi a mentora da id\u00e9ia da f\u00e1brica, pois havia uma necessidade de expans\u00e3o do seu alum\u00ednio prim\u00e1rio e os estudos apontaram o Maranh\u00e3o como o local ideal para sua constru\u00e7\u00e3o. Estudos posteriores apontaram para a gest\u00e3o tipo cons\u00f3rcio. A pr\u00e1tica tem demonstrado ter sido essa a op\u00e7\u00e3o correta\u201d.<\/span><\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">\u201cAl\u00e9m de ter instala\u00e7\u00f5es bem menores, a f\u00e1brica de Po\u00e7os de Caldas \u00e9 mais antiga em termos de tecnologia. Como conseq\u00fc\u00eancia dessa vantagem, enquanto aqui na Alumar j\u00e1 estamos produzindo 350 mil t de alum\u00ednio a cada 12 meses, l\u00e1, a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 de 90 mil toneladas\u201d.<\/span><\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">\u201cO desenvolvimento da nossa f\u00e1brica tem sido muito bom, por\u00e9m o pre\u00e7o do alum\u00ednio continua em baixa. Em todo o mundo as f\u00e1bricas de alum\u00ednio est\u00e3o operando com preju\u00edzos. Devemos repetir os mesmos n\u00fameros da produ\u00e7\u00e3o de 1991. Nesse momento, n\u00e3o perder, j\u00e1 representa um \u00f3timo resultado\u201d.<br \/>\n<\/span><\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #0066cc; font-size: x-large;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-338 alignleft\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-12.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"229\">Marcel Popovic<\/span><\/strong><em><strong><span style=\"font-size: large;\"><br \/>\n<span style=\"color: #666666;\">Gerente Comercial da Billiton (<\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"color: #990000;\">Dezembro de 1992<\/span><span style=\"color: #666666;\"><strong>)<\/strong><\/span><\/span><\/em><\/span><\/p>\n<p>\u201cO estado de S\u00e3o Paulo consome 80% do alum\u00ednio no Brasil. Os demais estados do Sul respondem por mais 7 ou 8%, enquanto o restante da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 dilu\u00edda para todos os demais estados da Federa\u00e7\u00e3o. O Rio de Janeiro, que tem uma participa\u00e7\u00e3o insignificante nesse mercado, dever\u00e1 aument\u00e1-la (consumo e produ\u00e7\u00e3o) com a inaugura\u00e7\u00e3o da Almax\u201d.<\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">\u201cAsssim como a Alumar, a Vale Sul tamb\u00e9m produz alum\u00ednio, mas por ter equipamentos e fundi\u00e7\u00e3o diferenciada, sua produ\u00e7\u00e3o \u00e9 um pouco mais diversificada que a nossa. A Vale Sul produz tamb\u00e9m placas para lamina\u00e7\u00e3o e bilits para extrus\u00e3o\u201d.<\/span><\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">\u201cA pol\u00edtica est\u00e1 ainda recessiva. A economia americana cresceu muito pouco. A euripeia se manteve mais ou menos est\u00e1vel, equanto a japonesa registrou queda em sua taxa de crescimento. Apesar disso, a Billiton tem indicativos de investimentos para o ano de 1993, principalmente em suas unidades de produ\u00e7\u00e3o\u201d.<\/span><\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><br \/>\n<\/span><\/em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #0066cc; font-size: x-large;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-339 alignleft\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-13.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"223\">Jos\u00e9 Carlos Henrique Pereira J\u00fanior<\/span><\/strong><em><strong><span style=\"font-size: large;\"><br \/>\n<span style=\"color: #666666;\">Gerente de Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas da Alumar (<\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"color: #666666;\"><span style=\"color: #990000;\">Janeiro de 1993<\/span><strong>)<\/strong><\/span><\/span><\/em><\/span><\/p>\n<p>\u201cCom a implanta\u00e7\u00e3o da f\u00e1brica muitas a\u00e7\u00f5es foram se desenvolvendo a partir da conviv\u00eancia inevit\u00e1vel entre a Alumar e a comunidade. Como conseq\u00fc\u00eancia, Alcoa e Billiton se preocuparam em investir mais na pol\u00edtica de boa vizinhan\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA desinforma\u00e7\u00e3o era tanta que as pessoas se questionavam se era muito dif\u00edcil a escava\u00e7\u00e3o at\u00e9 se chegar ao alum\u00ednio, ou se a bauxita seria viabilizada aqui mesmo na Ilha de S\u00e3o Lu\u00eds. Dentro desse mesmo racioc\u00ednio, uma pesquisa feita pela Vox Populis identificou questionamentos do tipo qual seria a temperatura ideal para se derreter as rochas de alum\u00ednio antes do lingotamento?\u201d.<\/p>\n<p>\u201cExiste dois tipos de ecologista. Um \u00e9 fil\u00f3sofo, poeta, sonhador. Sabe da exist\u00eancia da fauna e da flora, mas nunca vivenciou nada disso na pr\u00e1tica, O outro \u00e9 estudioso, preocupado, s\u00e9rio em suas convic\u00e7\u00f5es e honesto em suas atitudes. Este sim, faz bem o seu trabalho e sabe o que diz, pois tem responsabilidade pelo meio onde vive\u201d.<\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #0066cc; font-size: x-large;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-340 alignleft\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-14.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"227\">Luiz Alberto Costa Rodrigues<\/span><span style=\"font-size: large;\"><br \/>\n<span style=\"color: #666666;\">Presidente da Associa\u00e7\u00e3o da Alumar (<\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"color: #990000;\">Julho de 1993<\/span><span style=\"color: #666666;\"><strong>)<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">\u201cA associa\u00e7\u00e3o do esporte com a imagem da empresa come\u00e7ou antes mesmo do in\u00edcio da opera\u00e7\u00e3o da f\u00e1brica. Em 1980 j\u00e1 havia registrada uma entidade esportiva com o nome de Associa\u00e7\u00e3o Feminina da Alumar. Mais tarde mudou para Gr\u00eamio Recreativo Esportivo Atenas. Somente em 1985 mudou para Associa\u00e7\u00e3o Atl\u00e9tica Alumar\u201d.<\/span><\/em><\/p>\n<p>\u201cEra pensamento nosso formar um interc\u00e2mbio esportivo com as demais f\u00e1bricas Alcoa, mas esse projeto n\u00e3o se consolidou \u2013 pela dist\u00e2ncia e pelo tempo \u2013 no m\u00ednimo 15 dias \u2013 que uma competi\u00e7\u00e3o desse porte iria consumir de cada empregado\/atleta\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA sede social, no momento, \u00e9 nossa maior prioridade. A ideal, ao meu ver, dever\u00e1 ter duas piscinas, tr\u00eas quadras poliesportiva, um campo de futebol, um gin\u00e1sio coberto e uma sede social. O terreno j\u00e1 existe, pr\u00f3ximo ao restaurante Cheiro Verde, e espero que este sonho se torne realidade\u201d.<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong><span style=\"color: #0066cc; font-size: x-large;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-341 alignleft\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-15.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"222\">Ronildo Jos\u00e9 Soares Carvalho<\/span><\/strong><em><strong><br \/>\n<span style=\"color: #666666;\">Superintendente de Porto da Alumar (<\/span><\/strong><span style=\"color: #990000;\">Dezembro de 1993<\/span><span style=\"color: #666666;\"><strong>)<\/strong><\/span><\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">\u201cUm dos maiores desafios foi a manuten\u00e7\u00e3o do nosso canal de acesso, principalmente por falta de monitoramento da ba\u00eda de S\u00e3o Marcos. Al\u00e9m disso, experi\u00eancias adquiridas em outros canais, nem sempre podem ser aplicadas aqui com sucesso, dada a grande varia\u00e7\u00e3o das nossas mar\u00e9s\u201d.<\/span><\/em><\/p>\n<p>\u201cDragamos o canal durante seis meses do ano. S\u00e3o opera\u00e7\u00f5es intercaladas, acompanhadas com estudos de batimetria que tem nos permitido atingir a profundidade necess\u00e1ria com uma vantagem: os processos de assoreamentos est\u00e3o mais lentos, o que nos desobriga de dragagens mais constantes\u201d.<\/p>\n<p>\u201cO nosso terminal est\u00e1 direcionado para opera\u00e7\u00f5es bem definidas. Operar com caras de terceiros, como sugere a lei, exigira por parte da empresa um redimensionamento dos equipamentos, o que demandaria em m\u00e9dio ou at\u00e9 mesmo longo prazo para ser concretizado\u201d.<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong><span style=\"color: #0066cc; font-size: x-large;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-342 alignleft\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-16.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"219\">S\u00e1vio Jos\u00e9 C\u00e9<\/span><\/strong><em><strong><br \/>\n<span style=\"color: #666666;\">Gerente Regional da Billiton (<\/span><\/strong><span style=\"color: #666666;\"><span style=\"color: #990000;\">Abril de 1994<\/span><strong>)<\/strong><\/span><\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">\u201cA nossa empresa est\u00e1 em S\u00e3o Lu\u00eds desde 1993 e tem contribu\u00eddo significativamente com o desenvolvimento do Maranh\u00e3o com investimentos superiores a 700 milh\u00f5es de d\u00f3lares\u201d.<\/span><\/em><\/p>\n<p>\u201cA crise russa na verdade vai acabar premiando as plantas mais novas e mais eficientes. Por outro lado, sendo o mercado seletivo como \u00e9, ir\u00e1 ferir de morte as plantas mais antigas. Estas, alem de produzirem com custos nada competitivos, apresentam tamb\u00e9m alt\u00edssimos n\u00edveis de polui\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>\u201cA Billiton tem 46% das a\u00e7\u00f5es da Vale Sul, enquanto a CVRD REM 54%. Na Minera\u00e7\u00e3o Rio do Norte, principal fornecedora de bauxita para o Cons\u00f3rcio Alumar, nossa participa\u00e7\u00e3o acion\u00e1ria \u00e9 de 14%. Os outros donos da MRN s\u00e3o: Alcoa (12%), Alcan (12%), CBA (12%) e Vale do Rio Doce (40%)\u201d.<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #0066cc; font-size: x-large;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-343 alignleft\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-17.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"200\">Edson Daniel da Silva<\/span><\/strong><em><strong><span style=\"font-size: large;\"><br \/>\n<span style=\"color: #666666;\">Gerente de Opera\u00e7\u00f5es da Alumar (<\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"color: #666666;\"><span style=\"color: #990000;\">Junho de 1994<\/span><strong>)<\/strong><\/span><\/span><\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">\u201cO processo de transforma\u00e7\u00e3o do alum\u00ednio continua o mesmo h\u00e1 mais de 100 anos. A evolu\u00e7\u00e3o se resume a alguns aperfei\u00e7oamentos resultantes dos avan\u00e7os conseguidos nas \u00e1reas das engenharias qu\u00edmica, mec\u00e2nica, el\u00e9trica, metal\u00fargica e, principalmente, eletr\u00f4nica&#8221;.<\/span><\/em><\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 20 anos o grau de excel\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica era de 85%. Hoje fala-se em 94%. Pode parecer pouco, mas no caso do alum\u00ednio onde o consumo de energia \u00e9 muito grande, essa pode ser, de fato, uma conquista espetacular. Antes gastava-se 18 kilowatts\/hora para se produzir um quilo de alum\u00ednio, hoje gasta-se 14Kx\/h\u201d.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o existe subspidio para o alum\u00ednio no Brasil. Na Noruega e nos Estados Unidos as f\u00e1bricas fazem acordos com as empresas atrelando o valor pago pela energia com a varia\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do metal no mercado internacional. No nosso caso, tanto a Alcoa como a Albras, temos um conv\u00eanio semelhante com a Eletronorte\u201d.<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong><span style=\"color: #0066cc; font-size: x-large;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-344 alignleft\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-18.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"198\">Jos\u00e9 Maur\u00edcio Mac\u00eado<\/span><\/strong><\/span><em><span style=\"font-size: large;\"><strong><br \/>\n<span style=\"color: #666666;\">Gerente de Meio Ambiente da Alumar (<\/span><\/strong><span style=\"color: #666666;\"><span style=\"color: #990000;\">Maio de 1995<\/span><strong>)<\/strong><\/span><\/span><\/em><\/span><\/p>\n<p>\u201cTodas as pessoas que criticaram o projeto no seu in\u00edcio, na verdade prestaram um grande servi\u00e7o a Companhia quando exigiam solu\u00e7\u00f5es e explica\u00e7\u00f5es para as acusa\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, como respons\u00e1vel pelo setor do meio ambiente, e sendo maranhense, eu seria o primeiro a question\u00e1-lo caso n\u00e3o estivesse convencido dos seus aspectos positivos\u201d.<\/p>\n<p>\u201cOs n\u00edveis de produ\u00e7\u00e3o, na Redu\u00e7\u00e3o, est\u00e3o bem pr\u00f3ximos do limite. No caso da Refinaria ainda n\u00e3o passamos do m\u00f3dulo I. Com alguns investimentos, otimiza\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es no setor da Refinaria e, dependendo das oscila\u00e7\u00f5es do mercado, o Cons\u00f3rcio poder\u00e1 at\u00e9 mesmo duplicar sua atual produ\u00e7\u00e3o de alumina\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA ISO 14 mil \u00e9 um conjunto de normas internacionais a serem implantadas a partir do pr\u00f3ximo ano. Trata-se de uma poderosa ferramenta na \u00e1rea de gerenciamento ambiental, com repercuss\u00e3o direta na \u00e1rea comercial, considerando que o mercado internacional est\u00e1 cada vez mais exigente com a pol\u00edtica de preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente aplicadas nas f\u00e1bricas de alum\u00ednio de todo o planeta\u201d.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #0066cc; font-size: x-large;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-345 alignleft\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-19.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"204\">Nestor Jos\u00e9 Batista de Andrade<\/span><\/strong><em><strong><span style=\"font-size: large;\"><br \/>\n<span style=\"color: #666666;\">Gerente de Porto da Alumar (<\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"color: #666666;\"><span style=\"color: #990000;\">Dezembro de 1995<\/span><strong>)<\/strong><\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><em><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\">\u201cJ\u00e1 realizamos 4 embarques de alum\u00ednio em nosso pr\u00f3prio terminal, com m\u00e9dia superior a 6 mil toneladas. Podemos chegar at\u00e9 10 mil, gra\u00e7as a um sistema \u2013 j\u00e1 testado com efici\u00eancia \u2013 em que os atados s\u00e3o i\u00e7ados pelos equipamentos dos navios, diretamente dos caminh\u00f5es que os transportam do setor de lingotamento at\u00e9 a \u00e1rea do cais\u201d.<\/span><\/em><\/p>\n<p>\u201cA t\u00e3o festejada terceiriza\u00e7\u00e3o come\u00e7ou na Alumar antes at\u00e9 mesmo da inaugura\u00e7\u00e3o da f\u00e1brica. No in\u00edcio de 84, o porto j\u00e1 recebia bauxita trazida por empresas contratadas. Tem mais: dragagem, batimetria, e uma s\u00e9rie de outras atividades antes exercidas pelo nosso pessoal, agora \u00e9 da responsabilidade de terceiros\u201d.<\/p>\n<p>\u201cAo ampliar em 23% a capacidade da Refinaria, logo estaremos produzindo 1,3 milh\u00e3o de alumina. Como a cota de alum\u00ednio dever\u00e1 ser mantida em 350 mil toneladas, todo excede retornar\u00e1 ao porto para ser exportada. Isso vai gerar um aumento de importa\u00e7\u00e3o de bauxita e de soda c\u00e1ustica, elevando a movimenta\u00e7\u00e3o de cargas no porto em torno de 1 milh\u00e3o de toneladas\u201d.<\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong><span style=\"color: #0066cc; font-size: x-large;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-346 alignleft\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-20.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"216\">Daniel Mariano Vinent<\/span><\/strong><\/span><em><span style=\"font-size: large;\"><strong><br \/>\n<span style=\"color: #666666;\">Gererente Comercial da Billiton (<span style=\"color: #990000;\">Fevereiro de 1997<\/span>)<\/span><\/strong><\/span><\/em><\/span><\/p>\n<p>\u201cAs plantas hoje precisam se adequar para enfrentarem a crise. Todos devem estar direcionados a reduzir custos, e ao mesmo tempo, aumentar os n\u00edveis de produtividade. Trata-se de uma quest\u00e3o de sobreviv\u00eancia e a Billiton sabe disso\u201d.<\/p>\n<p>\u201cO pa\u00eds perde 5 bilh\u00f5es de d\u00f3lares por ano com exporta\u00e7\u00e3o devido aos altos custos operacionais da rede portu\u00e1ria nacional. A recente autoriza\u00e7\u00e3o para os terminais privados operarem com cargas de terceiros, dever\u00e1 obrigar os portos p\u00fablicos a se modernizarem, conseq\u00fc\u00eancia direta da nova e at\u00e9 ent\u00e3o concorr\u00eancia\u201d.<\/p>\n<p>\u201cDa nossa cota de alumina no Cons\u00f3rcio, tirando o que ser\u00e1 transformado em alum\u00ednio aqui mesmo, boa parte segue para o Rio de Janeiro, onde ir\u00e1 alimentar o smelter da Vale Sul, onde somos parceiros da Companhia Vale do Rio Doce. O restante excedente \u00e9 exportado atrav\u00e9s do terminal da Alumar\u201d.<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong><span style=\"color: #0066cc; font-size: x-large;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-347 alignleft\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Pagina-Alumar-21.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"197\">Luis Carlos Fossati<\/span><\/strong><\/span><em><span style=\"font-size: large;\"><strong><br \/>\n<span style=\"color: #666666;\">Gerente de Opera\u00e7\u00f5es da Alumar (<span style=\"color: #990000;\">Fevereiro de 2000<\/span>)<\/span><\/strong><\/span><span style=\"color: #666666;\"><br \/>\n<\/span><br \/>\n\u201cPassadas duas d\u00e9cadas, seria natural que o projeto fosse melhorado a partir da sua concep\u00e7\u00e3o inicial e tamb\u00e9m melhor entendido por parte das pessoas e da sociedade onde ele est\u00e1 instalado\u201d.<\/em><\/span><\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o existe nenhum estudo para se aumentar a capacidade de calado do nosso porto. As obras de amplia\u00e7\u00e3o previstas dever\u00e3o estar concentradas na amplia\u00e7\u00e3o da \u00e1rea do cais e na moderniza\u00e7\u00e3o de alguns equipamentos utilizados nas opera\u00e7\u00f5es de carregamento e descarregamento\u201d.<\/p>\n<p>\u201cOs projetos de investimentos para os pr\u00f3ximos anos no Maranh\u00e3o indicam um aporte de capital superior a 1,2 bilh\u00e3o de d\u00f3lares, divididos em dois projetos principais: expans\u00e3o da Refinaria que ampliar\u00e1 sua produ\u00e7\u00e3o de alumina de 1,3 milh\u00e3o de toneladas\/ano para 3 milh\u00f5es e ainda a constru\u00e7\u00e3o de uma usina termoel\u00e9trica com capacidade para 740 megawatts de pot\u00eancia\u201d.<\/p>\n<h2><span style=\"color: #800000;\">Leia tamb\u00e9m&#8230;<\/span><\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/portosma.com.br\/index.php\/entrevista-augusto-pellegrini-filho\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-24065 size-full\" src=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/PELEGRINI.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"299\" srcset=\"https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/PELEGRINI.jpg 700w, https:\/\/portosma.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/PELEGRINI-300x128.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atual Porrtal da Alumar e capa do Jornal da Soamar, ano de 2000 &nbsp; Projetada para uma produ\u00e7\u00e3o inicial de 100 mil toneladas de alum\u00ednio e 500 mil de alumina, a f\u00e1brica da Alumar enfrentou s\u00e9rios desafios antes de liberar a primeira fuma\u00e7a branca pelas chamin\u00e9s de sua Refinaria. 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