Hoje é domingo, 24 de junho de 2018, dia de São João. Festa maior da cultura maranhense, a noite promete arraiais lotados e centenas de brincadeiras como bumba-bois, quadrilhas, cacuriás e danças do coco e do lêlê.
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Polícia encontra chocolates e pendrives na cela de Geddel e Luiz Estevão; ex-senador joga dispositivo na privada

Por Congresso em Foco

A Polícia Civil do Distrito Federal encontrou chocolates importados, anotações e pelo menos cinco pendrives na cela que abriga o ex-senador cassado Luiz Estevão (DF) e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Durante as buscas, Estevão jogou pela privada um pendrive, mas o dispositivo foi resgatado pelos policiais e passará por perícia.

O advogado de Geddel Vieira Lima disse à TV Globo que “estranha, mais uma vez, a defesa técnica não saber da operação antes da imprensa”. Já a defesa de Luiz Estevão alegou desconhecer as buscas, e não quis se pronunciar.

A ação foi realizada pela Coordenação de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado da Polícia Civil do DF e pela Promotoria de Execução Penal do Ministério Público do DF após denúncia de presos que os dois políticos estavam tendo regalias dentro da prisão. De acordo com a TV Globo, até a noite desse domingo, nenhum dos órgãos tinha detalhado as possíveis medidas a serem tomadas com base no material encontrado.

A ação foi deflagrada após denúncia de presos de que os dois políticos estavam tendo regalias dentro da prisão. Em 2017, uma inspeção encontrou itens proibidos nas dependências utilizadas pelo ex-senador cassado, como chocolate, cafeteira elétrica, macarrão importado e cápsulas de café.

Luiz Estevão também é acusado pelo MP do DF de financiar a reforma do bloco onde cumpre pena na Papuda. Três ex-gestores do complexo penitenciário também são listados no processo suspeitos de terem sido coniventes com o empreendimento.

A cela dividida pelos dois políticos tem sanitário e pia de louça, chuveiro, cortina, tapete, cerâmica e paredes pintadas. Geddel está preso em Brasília desde setembro do ano passado. Ele é acusado de receber propina e de guardar cerca de R$ 51 milhões em um imóvel em Salvador. O ex-senador cumpre pena de 28 anos de prisão por sonegação fiscal, fraudes e desvios nas obras do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo.

O galo baitola

Minha falecida Avó, tão participativa nesta coluna escrita pelo neto favorito (dela), teve duas filhas. Só essas duas. Minha mãe, Jordina; e Maria, minha tia. Só Maria. Não tinha nenhum outro nome acrescendo. Era Maria, e ponto final. Diferente da minha avó, minha mãe (Jordina) teve 7 filhos (Cléber, Chico, Didi, Zealfredo – este que vos escreve -, Badeco, Dadi e Jorge Luís) e ainda se atreveu a adotar mais uma menina (Eugênia, há mais de 30 anos vivendo na Itália), nos tempos em que ser menina era algo bom e prazeroso.

Tia Maria também teve uma “reca”. Tinha filhos nascidos no mesmo ano. Um em janeiro e outro em dezembro. Também pudera, pois resolveu casar com uma lapa de macho que beirava os 2 metros de altura e, no povoado Queimadas, era apelidado de “Tripé”. Imaginem por quê. E ela, Tia Maria, gostava que só!

Pois, Antônio Luciano, apelidado “Tripé”, era um cabra muito trabalhador, agricultor de primeira linha, mas ignorante do mesmo nível, quando se tratava de saber das coisas da vida comum de qualquer cidadão. Picava fumo, e fazia o próprio cigarro.

“Seu Lunga” seria uma dama inglesa ao lado dele.

Tia Maria, nas conversas em rodas da própria família, desconjurava “Tripé” e afirmava que, quando o sujeito urinava, para “guardar” o elemento, tinha que dobrar em três partes. Desconjuro!
Como diz o maranhense: “zulive” (querendo dizer: Deus o livre!).

Pois, provavelmente por conta dessa particularidade exagerada, “Tripé” achava que todo animal vivente que não fosse “fêmea”, só procriaria se penetrasse a parceira. Nem valeria à pena tentar explicar para ele o que era a “cloaca”. Pra ele tinha que ter o “penduricalho” para ser macho.
Pois, num dia de domingo daqueles idos tempos, depois de assistir a Santa Missa – que ele só frequentava para fazer o “sinal da cruz” – precisou ir na casa do Compadre Tião, para buscar um frasco de banha de galinha, para dar umas pinceladas na garganta inflamada de Anunciada, uma das filhas dele com Tia Maria.

Ao ultrapassar a porteira da frente da moradia, Antônio Luciano apeou do cavalo e, antes de chamar a dona da casa, ficou observando o galo carijó, “Cumpade Ozias”, cobrir uma galinha.

Observou bem, olhou atentamente, e não viu nada “penetrando”, como sempre acreditava que deveria ser o “ato sexual” de reprodução de qualquer ser vivo.

Pegou a encomenda que fora buscar, montou novamente o cavalo, e procurou o caminho que levava à casa onde morava. Ao chegar em casa, foi logo dizendo para Tia Maria:

- Maria, minha véia, eu num sabia que na casa da nossa cumade tinha um “Cumpade Ozias”!

EM TEMPO: “Cumpade Ozias”, desde que o mundo é mundo; a luz ilumina a Terra e os céus; e a água lava o que está sujo; foi o único “baitola” que apareceu naquelas paragens.

Presidente do Flamengo admite ser vice de Marina: “Estou à disposição para qualquer missão”

Por Congresso em Foco

"Tenho preocupação com a questão social, com questões ligadas a direitos humanos e ao meio ambiente. E não nego a força das leis do mercado", diz Bandeira de Mello, cotado para ser vice de Marina. Filiado à Rede, o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, admite a possibilidade de ser candidato a vice na chapa encabeçada por Marina Silva (Rede) à Presidência da República. Em entrevista ao Globo, Bandeira de Mello diz que aceitará qualquer missão que Marina lhe designar. O nome dele é defendido para o posto pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e ganha força com a dificuldade da Rede em conseguir alianças para a disputa presidencial.

“Agradeço ao Randolfe, mas vou ajudar como a Marina preferir. Não acho o mais provável (ser vice), porque a vaga pode ficar para um partido aliado, mas estou à disposição para qualquer missão, até mesmo para não sair candidato e só ajudar na campanha”, diz o dirigente rubro-negro, cotado para concorrer a deputado federal.

Assim como Marina, Bandeira de Mello mescla, em seu discurso, a preocupação com questões sociais e a defesa de posições mais liberais na economia. “Tenho preocupação com a questão social, com questões ligadas a direitos humanos e ao meio ambiente. E não nego a força das leis do mercado. Não sou favorável a Estado mínimo absoluto, mas a ação do Estado não necessariamente se dá através da posse das ações ordinárias. A iniciativa privada é fundamental, e o Estado estabelece as regras do jogo”, considera. “E reforma da previdência não é questão ideológica, é matemática”, acrescenta.

O presidente do Flamengo conta que já votou no PT e no PSDB, em Lula e Fernando Henrique Cardoso para presidente. “Votei no Fernando Henrique nas duas vezes. Votei no Lula no 2º turno em 1989, e outras vezes no PT, porque desde sempre votei no Gabeira. E votei na Marina nas últimas.” Bandeira de Mello se conheceram quando ele chefiava a área de meio ambiente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). É nessa área que ele tem colaborado com sugestões para o programa de governo da ex-senadora.

Da avenida Ana Jansen para o Porto de Iguaíba

O ponteiro do relógio já se aproximava de confirmar a meia-noite. Quase todos os Editores já haviam fechado suas páginas, e cadernos e haviam batido em retirada. Próximo dali fica o “Retorno do São Francisco”, onde hoje funciona uma franquia do Fribal – mas, antes, funcionava o “Bar do Diassis”, ponto de encontro de muitos que passavam, e outros que chegavam para “desestressar” o longo dia de trabalho.

Na Redação, Revisão e Paginação estavam apenas os que precisavam ficar para o fechamento da primeira página. O pessoal da Impressão, da Encadernação e da Distribuição chegava aos poucos, dependendo da distância em que cada um morava.

A chuva continuava caindo. Forte em alguns bairros, e provavelmente mais amena em outros.

Mas nunca esqueçam que o “Demo” tem mensageiro, e representantes em todos os lugares, por mais puros que sejam. E, por que seria diferente na Redação daquele jornal?

Wallace, antigo funcionário Responsável pelo Setor de Transportes já estava na “casa” para ter certeza que tudo daria certo na saída dos carros para levar o pessoal em suas casas, e iniciar a distribuição dos jornais para as bancas e outros pontos, como as assinaturas.

E a chuva continuava caindo. Numa sala isolada, enquanto esperava a liberação da “Primeira página” para o trabalho de policromia, João Lito não parava de perturbar. Andava para cima e para baixo; entrava na Redação e contava uma, duas, três, enfim várias piadas. Ia até fora da sala para cuspir (e, provavelmente também para peidar).

Saiu mais uma vez da Redação e “demorou a voltar”. Quando voltou, voltou rindo de uma “sacanagem” que fizera. Tentou remendar, mas não deu mais tempo na artimanha do capeta.

João Lito pegou o telefone interno, e ligou para Wallace. Quando Wallace atendeu, ele, João Lito, imitou a voz de Pipoca e vociferou com Wallace:

- Seu Wallace, o senhor ainda está na sua sala, senhor?

- Estou sim, Doutor A. Carlos, estou!

- Seu Wallace, por que o senhor ainda não foi apanhar o Presidente Sarney no Porto de Iguaíba? O senhor não foi avisado que ele precisa vir de Curupu, pois tem que pegar o avião para Brasília?!

- Paaaaa! Foi o que se ouviu! A batida do telefone no gancho, e, Wallace saiu correndo na chuva para pegar um carro, e se deslocar da Avenida Ana Jansen até o Porto de Iguaíba, para apanhar Zé Sarney que, naquela hora, devia estar dormindo o sono dos justos na capital federal.

Passaram-se as horas. A chuva diminuiu a quase nada. A primeira página fechou, todos fizeram seus trabalhos e foram embora. Ao amanhecer, ainda molhado e decepcionado por não ter “encontrado mais o Presidente Sarney no Porto de Iguaíba”, Wallace dormia como uma pedra sobre a mesa de trabalho.

Mais de 600 brasileiros são monitorados por suspeita de terrorismo

Por Congresso em Foco

Um relatório reservado da Polícia Federal (PF) mostra que pelo menos 602 brasileiros estão sendo monitorados por suspeita de envolvimento com grupos terroristas internacionais, revela O Globo. De acordo com o jornal, o documento foi enviado para o Ministério da Justiça no final do ano passado, quando a PF ainda estava vinculada à pasta – hoje está subordinada ao Ministério da Segurança Pública.

No texto, a polícia levanta a suspeita de que alguns grupos estariam se envolvendo em crimes comuns, como roubo de carros, numa tentativa de angariar fundos para financiar ações de extremistas no exterior.

Os suspeitos estão sendo vigiados em redes sociais, como o Facebook, e em grupos de WhatsApp, entre outras maneiras. Conforme a reportagem, em casos mais específicos, a PF intensifica a vigilância e parte para medidas mais invasivas, como escuta telefônica e até mesmo infiltração de agentes secretos entre os investigados, como aconteceu na Operação Hashtag, durante a Olimpíada de 2016.

Como não há como precisar o momento em que a pessoa pode partir da teoria para a prática, os investigadores se apegam a todos os detalhes no monitoramento, como contatos com pessoas envolvidas com grupos terroristas ou viagens a áreas de conflitos de fundo religioso.

Segundo O Globo, a Divisão Antiterrorismo da Polícia Federal tem ainda um banco de dados com os nomes de 110 mil pessoas supostamente ligadas ou simpáticas a grupos terroristas. O banco de dados também é abastecido com informações dos serviços de inteligência dos Estados Unidos, de Israel e de outros países que colaboram ativamente nas ações de prevenção ao terrorismo.

Luz do sol

Que a folha traga e traduz
Em verde novo
Em folha, em graça, em vida, em força, em luz.

Há homens que são bons. Todos nascem bons, mas encontram algo, ou alguém, que lhes muda o caminho da direção da bondade contínua.

Pois, saibam que, foi na então pequena, mas acolhedora Walworth, naqueles idos tempos pertencente a Londres, então Reino Unido, que veio ao mundo um homem bom; sempre bom, até os últimos dias. Falo de Charles Spencer Chaplin, nascido no também muito bom mês de abril, mais precisamente no dia 16 do ano da Graça de Deus de 1889.

De tão bom, de tanto lutar pelo bem, de tanto fazer o bem pedagógico, por mérito e reconhecimento, ganhou o “apêndice” de “Sir” – o maior grau de reconhecimento da Inglaterra. Casou, teve filhos, mas o que mais pontificou na sua vida (1889-1977) foi o “fazer o bem sem olhar à quem”.

Fez cinema, quando os gestos (apenas esses) significavam muita coisa. Fez o cinema mudo. Três dos seus melhores filmes, deixados ao mundo como legados: O Grande Ditador, O Garoto, e, Tempos Modernos. Sua filha Geraldine Chaplin, atriz, fez um dos mais belos filmes de todos os tempos: Girassóis da Rússia.

Chaplin nasceu bom. Viveu bom. E morreu melhor ainda. Como a luz do sol para a vida.

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CNJ proíbe juiz e desembargador de apoiar ou criticar candidatos e partidos nas redes sociais - Juízes e desembargadores estão proibidos de usar as redes sociais, inclusive grupos de WhatsApp, para criticar ou apoiar candidatos nas eleições deste ano. Eles também deverão evitar, nos perfis pessoais, fazer “pronunciamentos oficiais sobre casos em que atuaram” e “publicações que possam ser interpretadas como discriminatórias de raça, gênero, condição física, orientação sexual, religiosa e de outros direitos”. As restrições foram impostas em regulamentação assinada, na última quarta-feira (13), pelo corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo a normativa, os magistrados não poderão fazer ataques pessoais ou a partidos político s. Eles poderão, no entanto, fazer críticas públicas a “ideias, ideologias, projetos legislativos, programas de governo ou medidas econômicas”.

Jungmann sugere que intervenção na segurança do Rio seja prorrogada por mais um ano - O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, sugeriu que a intervenção federal no Rio de Janeiro seja prorrogada por mais um ano, até o fim de 2019. O decreto legislativo aprovado pelo Congresso Nacional autorizou a União a intervir no Rio de Janeiro na área da segurança até o dia 31 de dezembro deste ano. Segundo ele, é importante que o futuro governador e o próximo presidente da República avaliem a manutenção das forças federais no comando da segurança. ”Dado o avanço que vai acontecer, eu acredito que o futuro governante do Rio de Janeiro agiria de bom senso se se dispuser-se a prolongar pelo menos por mais um ano esta intervenção. Porque é o tempo necessário para que a gente possa concluir o legado. Se nós tivermos mais tempo, melhores resultados virão”, disse Jungmann.

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José de Oliveira Ramos é jornalista, com experiência em rádio, jornal, tv e coberturas nas mais diversas áreas da Imprensa no Brasil e, em especial, em São Luís, onde atuou em veículos como Jornal O Estado do Maranhão, Jornal de Hoje, O Debate, Jornal Pequeno, Rádio Imprensa do Rio de Janeiro e Rádio Timbira. Escreve a coluna Drones & Radares, em Portosma às terças e sextas-feiras.