Hoje é domingo, 21 de janeiro de 2018, dia mundial da Intolerancia Religiosa # Mais uma rodada do futebol carioca e Botafogo x Fluminense ficaram no 0x0 # Campeonato maranhense: Moto Club 2x2 Imperariz # No Paulistão, o São Paulo completa 180 minutos de futebol também sem marcae nenhum gol. Empatou de 0x0 com o XV de Piracicaba.
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Conta dos estados em todas as regiões do país sai do azul para rombo de R$ 60 bilhões

Em um período de três anos, os estados saíram de um resultado positivo de R$ 16 bilhões em suas contas para um déficit de R$ 60 bilhões no fim de 2017. Isso significa que os governadores assumiram seus postos, em 2015, com o caixa no azul e, se não tomarem medidas drásticas até o fim deste ano, vão entregar um rombo bilionário para seus sucessores.

O levantamento feito a pedido do Estado pelo especialista em contas públicas Raul Velloso mostra o resultado de uma equação que os governos não conseguiram resolver: uma folha de pagamento crescente associada a uma queda na arrecadação de impostos por causa da crise econômica. "É o mandato maldito", diz Velloso. "Diante da pior recessão do País, os estados saíram de um resultado positivo para um déficit histórico."

O Rio Grande do Norte foi o estado cuja deterioração fiscal se deu mais rapidamente nesse período. Depois de ter acumulado um superávit de R$ 4 bilhões entre 2011 e 2014, entrou numa trajetória negativa até acumular um déficit de R$ 2,8 bilhões de 2015 a outubro de 2017.

Esse descompasso fiscal pode ser visto nas ruas. Com salários atrasados, a polícia civil entrou em greve e uma onda de violência tomou o estado no fim do ano. Os policiais encerraram a paralisação, mas servidores da saúde continuam em greve.

Além do Rio Grande do Norte, os casos de desajuste fiscal que ficaram mais conhecidos foram os do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Mas outros estados seguem o mesmo caminho, como Goiás, Pernambuco e Sergipe. Eles estão entre os mais mal avaliados pelo Tesouro Nacional sob o ponto de vista de capacidade de pagamentos. "Há uma fila de estados prontos para passarem por uma crise aguda (como a do Rio Grande do Norte)", diz o economista Leonardo Rolim, consultor de orçamentos da Câmara.

Para o economista Marcos Lisboa, presidente do Insper, o grande vilão do déficit estadual é o aumento da folha de pagamento dos estados, que precisa, a cada ano, arcar com um número maior de aposentados. "O envelhecimento da população é muito rápido e, por isso, o aumento dos gastos também." De acordo com o levantamento de Velloso, as despesas e receitas anuais dos estados empataram em 2014, atingindo R$ 929 bilhões cada uma. Desde então, as receitas recuaram de forma mais abrupta: atingiram R$ 690 bilhões nos dez primeiros meses de 2017, enquanto as despesas somaram R$ 715 bilhões.

Do lado das receitas, além da crise reduzir a arrecadação com impostos, o corte de repasses do governo federal acentuou a dificuldade dos estados. "Até 2014, o governo dava empréstimos que mascaravam a situação", afirma a economista Ana Carla Abrão Costa, que foi secretária da Fazenda de Goiás até 2016.

Se, nos últimos anos, o desajuste fiscal já obrigou a maioria dos estados a reduzir investimentos, neste ano, o corte deve ser ainda maior. Isso porque, como é último ano de mandato, os governadores não podem deixar restos a pagar para os que assumirem em 2019. Tarefa que, para Velloso, é impossível. "Não tem a menor condição de eles zerarem esses déficits."

Já Rolim diz que os governadores poderão recorrer a manobras, como o cancelamento de restos a pagar. "É uma espécie de calote. Despesas com obras não concluídas, por exemplo, não tem problema mas fornecedores poderão ficar sem receber."

Para Ana Carla, as contas vão acabar fechando porque o ano é de eleição. "Como não podem deixar restos a pagar, os estados vão buscar recursos extraordinários como nunca", afirma. O superintendente do Tesouro de Goiás, Oldair da Fonseca, afirmou que o governo trabalha com austeridade para não deixar restos a pagar para 2019. Ele destacou que o déficit de 2017 ficará em R$ 900 bilhões - em 2015, havia sido o dobro.

O secretário das Finanças do Rio Grande do Norte, Gustavo Nogueira, afirmou que a raiz do problema é o déficit previdenciário. O governo de Pernambuco disse que não considera como despesa total as despesa empenhadas (autorizadas), como foi feito no levantamento, e que fechou o ano com receita para cobrir seus gastos. O de Sergipe não retornou.

O governo do Rio afirmou que sua situação foi muito prejudicada pela crise, já que sua economia é dependente da indústria do petróleo. O de Minas Gerais informou que já recebeu o estado em situação delicada e que a folha de pagamento tem deteriorado as contas ainda mais.

Está chegando a hora – Contagem regressiva

Está chegando a hora. Ainda residindo no Rio de Janeiro nos anos 80, lembro das palavras do então governador Leonel de Moura Brizola: “o Lula, pelo PODER, pisa até no pescoço da própria mãe.” Frase fatídica e ao mesmo tempo profética.

Luís Inácio da Silva, nordestino, pernambucano de Caetés, provavelmente tangido pelas agruras da seca que dizima a região mais sofrida do País, foi levado pelos pais para tentar melhorar a vida em São Paulo, o que faz a maioria do povo nordestino.

Naqueles tempos o Brasil não enfrentava a recessão nem o desgoverno dos últimos 20 anos. Assim, não foi tão difícil encontrar emprego. Ainda que sem a necessária qualificação, o ainda Luís Inácio da Silva virou empregado na indústria do ABC paulista. Anos depois “acidentou-se” e ficou impossibilitado de continuar desempenhando a profissão para a qual virara “especialista”. Virou sindicalista e se aproximou mais da política partidária. Fez parte do grupo que fundou o PT (Partido dos Trabalhadores) e, agora, vai entrar para a história como parte (e comandante) do grupo que “afundou” o mesmo PT.

Eleito deputado federal, e agora, já transformado em “Lula”, Luís Inácio da Silva descobriu rápido os caminhos e os meios de como se tornar “político profissional” – mas jamais abdicou da aposentadoria como metalúrgico.

Vestiu o “biombo” de quem precisava sair de um regime político de exceção e ungiu-se “Don Quixote” para chegar à presidência da República, usando as mesmas vias e os mesmos valores que por anos criticou, reelegeu-se para mais quatro anos de mandato.

Há quem garanta que foi a partir daí que Lula vislumbrou o encantamento pelo “PODER”, única coisa que lhe interessa. Usando de métodos hoje abertamente criticados (e denunciados pelas instâncias e órgãos oficiais), “elegeu” e “reelegeu” Dilma Rousseff. E esses mesmos dizem que Lula já trabalhava para eleger-se mais uma vez e depois reeleger-se novamente. O PODER inebria e enlouquece, afirmam especialistas.

Festival Jazz & Blues de Guaramiranga divulga programação

A organização da 19ª edição do Festival Jazz & Blues de Guaramiranga divulga sua programação. De 10 a 13 de fevereiro, na cidade do Maciço de Baturité (CE), e nos dias 15 e 16, em Fortaleza, o evento trará shows, ensaios abertos, oficinas e bate-papos, com as atrações deste ano.

Dentre os destaques da edição 2018, aparecem o compositor e violonista Dori Caymmi (filho do consagrado Dorival Caymmi), o mineiro Juarez Moreira, o paulista Filó Machado e o Explosion Blues (RJ), entre outros. O sanfoneiro cearense Waldonys é outro destaque, e se apresentará ao lado da Big Band da Unifor, veterana do festival.

Outro "reincidente" do Jazz & Blues será o tecladista Adriano Grineberg. Ele apresentará as músicas de seu último álbum, "Blues for Africa". Grineberg subirá ao palco com o cantor Filipe Catto.

Homenagem - O 19º Festival de Jazz & Blues de Guaramiranga ainda fará homenagem ao mestre Macaúba do Bandolim, com participações especiais de Carlinhos Patriolino e do músico Marinaldo.

Mais informações - 19ª edição do Festival de Jazz & Blues de Guaramiranga. De 10 a 13 de fevereiro, em Guaramiranga (CE), e dias 15 e 16, em Fortaleza. Contato: (85) 3262.7230 e jazzeblues.com.br.

Programação:

Dia 10 (Sábado) - Guaramiranga
10h – Blitz Ecológica
11h – Café no Tom: Juarez Moreira (MG)
16h30 – Ensaio Aberto: Waldonys e Big Band Unifor (CE)
17h – Show ao Pôr do Sol: Trio Guará (CE) / Juarez Moreira (MG)
21h – Show: Waldonys com Big Band Unifor (CE)
23h – Jam Session: Marília Lima (CE)

Dia 11 (Domingo) - Guaramiranga
9h30 – Espaço Dó Ré Mi: Atividades musicais infantis
11h – Workshop de sopro: Marcelo Padre (Duo Estro Cuba)
11h – Café no Tom: Davi Duarte (CE)
16h30 – Ensaio Aberto: Arismar do Espírito Santo (SP)
17h – Show ao Pôr do Sol: Macaúba do Bandolim (CE) – Homenagem do Festival / Davi Duarte (CE) e Duo Estra Cuba
21h – Show: Arismar do Espírito Santo (SP)
23h – Jam Session: Rafael Balboa (CE) – Tributo a Eric Clapton

Dia 12 (Segunda) - Guaramiranga
9h30 – Espaço Dó Ré Mi: Atividades musicais infantis
11h – Workshop de guitarra: Lu D’Sosa (CE)
11h – Café no Tom: Filó Machado (SP)
16h30 – Ensaio Aberto: Dori Caymmi (RJ)
17h – Show ao Pôr do Sol: Netinho de Sá, Robertinho Marçal e Lu D’Sosa (CE) / Filó Machado Trio (SP)
21h – Show: Dori Caymmi (RJ)
23h – Jam Session: Blues do Nordeste (CE/PI/RN/PE)

Dia 13 (Terça) - Guaramiranga
9h30 – Espaço Dó Ré Mi: Atividades musicais infantis
11h – Café no Tom: Jefferson Gonçalves (RJ)
16h30 – Ensaio Aberto: “Blues for Africa” com Filipe Catto e Adriano Grineberg (RS/SP)
17h – Show ao Pôr do Sol: Rebeca Câmara, Natanael Pereira e Igor Ribeiro (CE) / “Explosion Blues” - Gustavo Andrade e Jefferson Gonçalves (MG/RJ)
21h – Show: “Blues for Africa” com Filipe Catto e Adriano Grineberg (RS/SP)
23h – Jam Session: Divas do Blues (CE)

Dia 15 (Quinta) - Fortaleza
17h – Workshop de gaita: Jefferson Gonçalves (RJ), no Centro Cultural Banco do Nordeste
18h30 – Show: “Explosion Blues” - Gustavo Andrade e Jefferson Gonçalves (MG/RJ), no Centro Cultural Banco do Nordeste
19h – Show: Dori Caymmi (RJ), no Cineteatro São Luiz

Dia 16 (Sexta) - Fortaleza
19h – Show: “Blues for Africa” com Filipe Catto e Adriano Grineberg (RS/SP), no Cineteatro São Luiz
20h30 – Festa de Encerramento: Davi Duarte (CE) e Duo Estra Cuba / Blues do Nordeste (CE/PI/RN/PE), no Theatro José de Alencar

Educar ou escolarizar?

Já discorremos aqui, em outras oportunidades, que o Estado invadiu os lares brasileiros e tomou para si o papel de “educar” filhos, ainda que não dê contas do seu real papel de “escolarizar”.

As escolas municipais e estaduais são um amontoado de incompetência e imprestabilidade que se transformou numa lavanderia de dinheiro da Merenda Escolar. E aí alguns pais (os que podem fazer isso, claro), recorrem às escolas particulares, aonde a diferença fica por conta de não aderir às greves. Só isso. Até alguns professores são os mesmos de algumas escolas públicas.

Eis que, assim como que num passe de mágica, os pais esqueceram o caminho das lojas que vendiam serras tico-tico que davam de presente aos filhos nos aniversários, para que fabricassem seus próprios brinquedos, e “encontraram” o caminho que leva aos “xópis” da vida, onde compram brinquedos de plástico, todos feitos. A criança não “gosta” daquele brinquedo, pois não sabe o quanto custou – e assim, não sente apego por ele. Quebrou, compra outro.

As meninas pararam de brincar com bonecas e casinhas, e passaram a fazer meninos que, aos cinco anos de idade serão confundidos com seus próprios irmãos. E foi assim que o Brasil começou a mudar.

Piões, carrinhos, petecas e brincadeiras de “passar o anel”, “amarelinha”, “bambolê” viraram coisas do passado e meninos e meninas passaram a conviver com outras realidades e outros valores.

Acordar, levantar e desejar bom dia ou pedir a bênção?

Pra quê? Por quê?

Brincar faz parte do gene de qualquer criança – violência, não. A violência não é componente infantil. Uma criança, diziam nossos despretensiosos pais, é como um papagaio: repete o que vê fazer. Se os pais ensinam o bem, qualquer criança vai repetir isso!

Relator defende limites ao ensino a distância na área de saúde

O ensino a distância na área de saúde precisa de limites, e eles têm de ser discutidos com o Ministério da Educação e com o Conselho Nacional de Educação. Essa é a opinião do deputado Átila Lira (PSB-PI), relator de projeto de lei (PL 5414/16) que proíbe o incentivo do governo a cursos da área de saúde na modalidade a distância.

Lira alterou o texto original, do deputado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG). O relator defende o incentivo público aos cursos, mas cobra maior rigor do MEC e do CNE na fiscalização.

“O Ministério da Educação deixou livre a questão do ensino a distância para a área da saúde, o que preocupa a todos, sobretudo porque são ciências e conhecimentos aplicados ao corpo humano e à vida”, apontou o relator. “De maneira geral, a crítica é que, se o ensino presencial já é problemático, difícil e com qualidade discutível, imagina a educação a distância", completou.

O texto de Átila Lira fixa, nas diretrizes curriculares nacionais, o limite para o ensino de saúde a distância. “Nos componentes curriculares, temos conteúdos e atividades. Precisamos definir isso para nós termos um ensino de qualidade, e não o governo se aproveitar de uma modalidade de ensino massiva – ou seja, mais barata e mais simples – para querer cumprir metas de atendimento educacional sem qualidade”, sustentou.

Polêmica - O texto de Lira chegou a ser aprovado na Comissão de Educação da Câmara no fim de dezembro, porém a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) pediu a anulação da reunião. (Agência Câmara Notícias)

Diferenças culturais

O próximo dia 24 deste mês de janeiro pode marcar definitivamente a cultura brasileira, no que tange às Leis concebidas e aplicadas pelos “operadores” do Direito, contra nós ou a nosso favor. Será um marco definitivo.

A possibilidade da diferença já acontece a partir do momento que, pessoas que sequer sonharam com os autos, vivem apregoando que, “tudo é mentira, é armação, é perseguição”. Isso, inclusive, pode ser considerado “informação privilegiada” e gerar uma punição por conta das manifestações nas redes sociais.

Mas, neste momento, o assunto é outro. Felizmente. É futebol. Mas, com a mesma cultura da “ajeitação”, do “privilegiar”, do “sabe com quem está falando”, e totalmente do favorecer alguns em vez de puni-los, um exemplo vem de muito longe (será “apenas” uma travessia do Atlântico).

Ontem, num jogo de futebol realizado no “Stade de la Beaujoire”, entre o mandante Nantes e o líder isolado Paris Saint-Germain, na cidade de Nantes, um fato totalmente involuntário provocou uma atitude intempestiva e ao mesmo tempo “bestial” do Árbitro que dirigia a contenda, Monsieur TONY CHAPRON.

Um movimento brusco e sem qualquer intenção maldosa dos dois personagens, provou um “encontrão” do referido Árbitro com o zagueiro brasileiro DIEGO CARLOS, esse jogador do Nantes. Como resultado do “encontrão” involuntário, o Árbitro foi ao chão, caindo como se fora uma jaca madura do mais alto galho da jaqueira. De forma consciente, e também intempestivamente, com uma das pernas o Árbitro atingiu o brasileiro – nunca é bom esquecer as recomendações da Regra 12, que rege o futebol – e, ao levantar-se, após ato impensado, aplicou cartão amarelo ao jogador. Como esse já havia recebido cartão amarelo anteriormente, foi expulso de campo.

Esse sim, é um momento de “interpretação” algo muito usado no futebol brasileiro. Só que, houve uma “interpretação” equivocada por parte do Árbitro. E nunca é exagero relembrar aos neófitos que, essa Regra 12 diz que, deve ser punido o jogador que “der, ou tentar dar pontapé” em outrem. Não há necessidade de que o atingido “morra” ou seja conduzido para o Pronto Socorro. A simples “tentativa de atingir” já configura a agressão.

Mas, no caso do factual do jogo pelo campeonato francês, o que chama a atenção é a “nossa diferença” na tomada de atitudes, pela rapidez – sem as frescuras ou mimimis praticados no Brasil, em todas as leis e instâncias, e não apenas no futebol. Se o fato tivesse acontecido aqui no Brasil, ainda que com a ajuda das imagens da televisão, seria feita uma denúncia pelo relatório da Arbitragem, que seria aguardado por dois ou três dias e mais uma semana para chegar ao Tribunal e mais um ou dois meses para chegar ao STJD. Frescura puramente brasileira.

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Justiça manda traficante Rogério 157 para prisão que abriga rival Nem da Rocinha - O Juízo do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) determinou a transferência do traficante Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, para a penitenciária federal de Porto Velho, em Rondônia. O presídio é o mesmo que já abriga o criminoso Antônio Francisco Bonfim Lopes, conhecido como Nem da Rocinha. Foi a disputa entre Rogério e Nem que resultou no quadro de guerra vivenciado pelos moradores da favela da Rocinha, na zona sul do Rio, no fim do ano passado. A decisão de transferir Rogério 157 havia sido determinada em dezembro e teve sua confirmação nesta semana por obra de juíza da 20ª Vara Criminal do Rio. A previsão inicial de permanência do traficante longe do Rio é de 360 dias. Sua remoção para fora do estado se deu após pedido da Secretaria de Segurança Pública fluminense e do Ministério Público estadual.

Projeto “Segunda sem carne” é vetado por Geraldo Alckmin - O projeto de lei que instituía o programa “Segunda sem carne”, aprovado em dezembro do ano passado pela Assembleia Legislativa de São Paulo, foi vetado, nesta sexta-feira (19), pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). A proposta, de autoria do deputado estadual Feliciano Filho (PSC), tornaria obrigatório, em restaurantes e refeitórios públicos do estado, a substituição da carne por outros tipos de produtos nas segundas feiras. O projeto se baseia em um movimento vegetariano presente em 35 países. Na justificativa da proposta, Feliciano Filho aponta que “a produção industrial de carnes é uma das maiores fontes de poluição do meio ambiente, consome um enorme volume de recursos naturais e energéticos, além de gerar bilhões de toneladas de resíduos tóxicos sólidos, líquidos e gasosos”.

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José de Oliveira Ramos é jornalista, com experiência em rádio, jornal, tv e coberturas nas mais diversas áreas da Imprensa no Brasil e, em especial, em São Luís, onde atuou em veículos como Jornal O Estado do Maranhão, Jornal de Hoje, O Debate, Jornal Pequeno, Rádio Imprensa do Rio de Janeiro e Rádio Timbira. Escreve a coluna Drones & Radares, em Portosma às terças e sextas-feiras.