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Primeiro navio mineraleiro do mundo que produz bolhas de ar no casco em Ponta da Madeira
Conhecida como air lubrication, tecnologia é uma das soluções em teste pela Vale para atingir metas climáticas


O Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís (MA), recebeu nesta quarta-feira (18) o primeiro mineraleiro do mundo a contar com a tecnologia air lubrication¸ que consiste em bolhas de ar produzidas artificialmente no casco do navio. A tecnologia foi instalada no Sea Victoria, um Guaibamax com 325 mil toneladas de capacidade. Dez compressores instalados sob o convés do navio enviam ar até 20 dispositivos posicionados na parte debaixo do navio, que produzem um carpete de bolhas.

A ação diminui o atrito do casco com a água, reduzindo o consumo de combustível e, consequentemente, as emissões, o que vai ajudar a Vale a diminuir ainda mais as emissões de gases do efeito estufa (GEE) na navegação. A equipe de navegação da Vale estima que, se der certo, a tecnologia poderá ser replicada em toda a frota dedicada a serviço da companhia.

“Expectativas apontam para uma redução de combustível em torno de 5 a 8%, por navio. Em um ano, uma única embarcação deixaria de emitir até 5.600 toneladas de CO². A tecnologia tem potencial de instalação em toda a frota dedicada a serviço da empresa, com redução de 4,4% das emissões anuais do transporte marítimo de minério de ferro da Vale”, explica o gerente técnico de Navegação, Rodrigo Bermelho.

A instalação da tecnologia, fornecida pelo fabricante inglês Silverstream, é um projeto desenvolvido pela área de navegação da Vale, com a cooperação do Instituto Tecnológico Vale, e conta com a parceria do armador coreano Pan Ocean para instalação em um de seus VLOCs (Very Large Ore Carrier). A empresa Shanghai Ship Design Research Institute (SDARI) foi responsável pelo projeto do navio e integração com as bolhas. O estaleiro chinês New Times Shipbuilding preparou a embarcação durante a sua construção e o estaleiro Yiu Lian Dockyards (Shekou) LTD, localizado na cidade chinesa de Shenzhen, conduziu a instalação dos equipamentos. A instalação durou 35 dias e o navio ficou es observação. “A Vale investe em pesquisa e tecnologia para que possamos operar cada vez mais de maneira sustentável. Buscamos constantemente excelência em desempenho, eficiência, segurança e sustentabilidade. Seja com a posição de destaque no cenário portuário nacional e mundial, com a geração de impostos ou de empregos”, disse o gerente-executivo de operações do Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, Luís Allevato.

Ecoshipping – A adoção do air lubrication faz parte do Ecoshipping, programa criado pela Vale para atender ao desafio de reduzir suas emissões de carbono, em linha com o que vem sendo discutido no âmbito da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês). No ano passado, a companhia anunciou que pretende neutralizar suas emissões diretas e indiretas (escopos 1 e 2) em 2050 e ainda reduzir em 15% as emissões de escopo 3 até 2035, relativas à sua cadeia de valor, da qual as emissões de navegação fazem parte, já que os navios não são próprios. As metas são alinhadas com a ambição do Acordo de Paris.

Recentemente, a Vale anunciou o primeiro mineraleiro do mundo equipado com velas rotativas (rotor sails), também construído na China e que chegou ao Brasil no fim do mês de julho. Assim como o air lubrication, as velas foram instaladas em um Guaibamax. São cinco velas distribuídas ao longo da embarcação que permitem um ganho de eficiência de até 8% e uma consequente redução de até 3,4 mil toneladas de CO2 equivalente por navio por ano.

Caso o piloto mostre-se eficiente, estima-se que pelo menos 40% da frota esteja apta a usar a tecnologia, o que impactaria em uma redução de quase 1,5% das emissões anuais do transporte marítimo de minério de ferro da Vale.

Lugar: PORTOSMA
Fonte: Por Aquiles Emir
Data da Notí£©a: 20/08/2021

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