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O Casal Nilo Monteiro de Carvalho recepciona em um jantar o presidente do Tribunal Marítimo
O Vice Almirante Wilson Pereira de Lima Filho veio ao Maranhão por causa do acidente com o navio Maria Celeste


Nilo e sua esposa Francisca Galiza saudando o ilustre convidado
Uma missão nobre reflete outra mais nobre ainda. O casal Nilo Monteiro de Carvalho e Francisca Galiza receberam em eu seu apartamento, no Two Towers, o Presidente do Tribunal Marítimo, Vice Almirante Wilson Pereira de Lima Filho, que veio ao Maranhão em uma missão de trabalho da maior importância sobre a Costa Brasileira. A oportunidade serviu para oferecimento de um  belíssimo jantar ao homenageado da noite e a sua comitiva, um requintado jantar em reconhecimento pelo trabalho que o mesmo vez realizado a frente do Tribunal Marítimo. Nilo, que completa meio século de Mar, reuniu amigos de Marinha para esta homenagem. “Estou fazendo 50 anos das coisas que mais gosto, do mar e do “Direito” e presto essa homenagem mais que justa ao Presidente do Tribunal Marítimo. Aqui estão todos os meus amigos desta minha caminhada de meio século de Maranhão, como representantes da Capitania dos Portos, da Soamar e também do Judiciário, considerando que a Dra. Galiza é Desembargadora do Tribunal de Justiça do Maranhão”, afirmou o anfitrião

O Presidente do Tribunal Marítimo veio ao Maranhão com duas vertentes especificas: a primeira entregar uma cópia do acordão que conta o acidente do Maria Celestes no Estado, fato ocorrido em 1954. “Foi um gravíssimo acidente no ano de 1954 e teve seu inquérito concluído em 1956. Foram vários feridos e 16 mortos, senso 14 estivadores e 2 tripulantes. Essa minha visita serve para ofertar a réplica do processo desse sinistro ocorrido há mais de 60 ano. Vim a pedido do Desembargador Serejo, presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, a que devo entregar uma replica autenticada desse processo que conta em detalhes este acidente. O Maria Celeste teve um livro escrito de sua história e o Desembargador Lourival Serejo, que é um amante das causas jurídicas e marítimas, está constituindo um museu com temas específicos e esse documento irá fazer parte desse acervo”. Afirmou o Vice-Almirante Lima Filho.

A outra vertente da visita ao Maranhão foi estreitar os laços portuários do Tribunal Marítimo com as autoridades marítimas locais, mostrando a essas autoridades o papel do Tribunal Marítimo dentro de um contexto macro como é o nosso complexo portuário. O processo do Maria Celeste cujo acidente foi em 1954 teve seu julgamento em 1956. A causa foi uma explosão a bordo com incêndio de grave proporções, com muitos feridos e 16 mortos: 12 estivadores e 4 tripulantes. Dada a gravidade do ocorrido e não se chegou a nenhuma causa e/ou responsável pelo acidente.
Esta é a terceira vez que o Vice-Almirante Lima Filho vem ao Maranhão, e sempre com o propósito de estreitar cada vez mais os tentáculos do Tribunal Marítimo com o Complexo Portuário do Maranhão que, em sua opinião, é uma Estado vocacionado para o mar. Tem o segundo maior litoral e em que pese o grande número de embarcações, apresenta um número de acidentes bastante reduzido.

Para finalizar gostaria de agradecer ao Prático Nilo e sua esposa Dra. Galiza por essa homenagem é dizer da minha admiração em tê-los como amigos, considerando que ele representa uma atividade das mais importantes da navegação que é a Praticagem.  Além do excelente cardápio. O jantar também foi regado de boa música formado pela dupla Henrique Cardoso (sax) e benjamim Sousa (Violino).
Confira as fotos do evento.

Confira a seguir as fotos do evento.


  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

A SOLENIDADE NO TRIBUBAL DE JUSTIÇA

  


O presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargador Lourival Serejo, recebeu, nesta sexta-feira (30), do presidente do Tribunal Marítimo, vice-almirante Wilson Lima Filho, cópia do processo referente ao histórico incêndio ocorrido, em 1954, com a embarcação “Maria Celeste”. O documento foi entregue durante solenidade oficial realizada no Salão Nobre do TJMA.

Na abertura do evento, o presidente da Corte de Justiça, desembargador Lourival Serejo, fez um breve relato histórico sobre o fato, que ganhou grande repercussão à época, e enfatizou a relevância do momento para a preservação da memória maranhense. “Essa iniciativa é de extrema importância para a preservação da memória do nosso Estado. Afinal, esse acidente, ocorrido com a embarcação Maria Celeste, povoou o imaginário de toda uma geração da nossa sociedade maranhense. O fato ficou registrado em nossas memórias e, a partir de agora, fará parte do nosso acervo histórico”, pontuou.

Na oportunidade, o desembargador Lourival Serejo enfatizou que os autos também irão compor o acervo do Museu do Tribunal de Justiça do Maranhão, que será inaugurado em breve. O projeto atende a uma das metas prioritárias da atual gestão. “O nosso Tribunal tem se empenhado bastante em registrar e perpetuar esses dados históricos, tanto da Justiça, que é considerada hoje o maior repositório histórico de pesquisa do Maranhão, quanto da nossa cidade de São Luís. Me sinto muito honrado com essa iniciativa, que beneficiará inúmeros pesquisadores e pesquisadoras. É um grande presente para todos nós”, frisou o presidente, registrando agradecimentos especiais a toda a Comitiva do Tribunal Marítimo que contribuiu para a concretização desse projeto.

O presidente do Tribunal Marítimo, vice-almirante Wilson Pereira de Lima Filho, afirmou que a iniciativa irá contribuir para a preservação do patrimônio histórico e cultural do Estado e parabenizou o Judiciário maranhense pelo exitoso trabalho realizado nessa área. “A iniciativa faz parte de um conjunto de políticas que o Tribunal de Justiça vem, muito acertadamente, realizando para o resgate e preservação do patrimônio histórico e cultural. Além disso, a disponibilização dos autos visa fomentar a conscientização sobre a importância da segurança da navegação, neste Estado vocacionado para o mar. É preservando a memória que se constrói a nossa história”, destacou.

O INCÊNDIO DO NAVIO MARIA CELESTE - O incêndio do navio Maria Celeste, ocorrido no dia 16 de março de 1954 na costa maranhense, foi uma tragédia que ficou marcada na história do Maranhão. O acidente, que já completou 67 anos, causou bastante comoção na época. O comércio fechou as portas e uma partida de futebol teve sua renda destinada aos sobreviventes do desastre que resultou em 16 mortes, sendo 12 estivadores e quatro tripulantes.

O caso teve grande repercussão nos jornais, à época, a exemplo do periódico maranhense “Jornal do Povo”, e foi tema do livro “Maria Celeste da Terra e do Mar”, romance do escritor Waldemiro Viana, membro da Academia Maranhense de Letras (AML).

Construído em 1944, no Estado do Texas, nos Estados Unidos (EUA), o navio era, inicialmente, um bólido de guerra. Após o fim da 2ª Guerra Mundial, em 1946, a embarcação foi vendida e chegou a Brasil, onde recebeu o nome de Maria Celeste. O navio começou a servir como uma embarcação cargueira, que transportava tambores cheios de gasolina e óleo diesel, e era de propriedade da Companhia de Navegação de São Paulo.

Em 16 de março de 1954, vários barris de gasolina que se encontravam no interior do navio explodiram, a poucos metros da antiga rampa Campos Melo, hoje, cais da Praia Grande, nas proximidades do Palácio dos Leões, em São Luís. Até hoje não foi confirmada a causa exata do incêndio.
Relatos históricos apontam que teria ocorrido um problema elétrico junto ao mastro principal, e que no navio havia querosene e gasolina de aviação, além de muitos galões acondicionados neste local. Um deles teria apresentado um vazamento que não foi percebido pela equipe de manutenção e uma possível faísca provocada por algum curto teria iniciado o incêndio que tomou de conta do navio. A fumaça gerada pela explosão podia ser vista a quilômetros da Beira-Mar. O navio ficou três dias em chamas até naufragar. O mastro da embarcação podia ser visto até a década de 1980, quando foi finalmente retirado do local.

PROCESSO - O processo original sobre o caso foi microfilmado e incinerado em virtude de normas existentes à época. Agora, por meio de uma iniciativa do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Lourival Serejo, que solicitou ao presidente do Tribunal Marítimo, vice-almirante, Wilson Pereira de Lima Filha, uma cópia autêntica do Processo nº 2.643/1954, referente ao incêndio do navio Maria Celeste, o Acervo do Museu do TJMA, prestes a ser inaugurado, contará com os autos do inquérito e servirá como uma fonte de consulta e em instrumento motivacional para as gerações futuras.

Lugar: PORTOSMA
Fonte: Redação/Assessoria TJ/MA
Data da Notí£©a: 31/07/2021

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