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Operadora Portuária COPI investe em equipamentos e otimiza potencial do Itaqui
Dois novos grabs e um moderno guindaste representam investimentos da ordem de 15 milhões de reais


Texto: Carlos Andrade, da Redação

Crise que nada. O porto do Itaqui está em alta em sua performance de carga e descarga e a explicação está na credibilidade, na aplicação correta das políticas de mercado e, principalmente, na aposta positiva das empresas parceiras que juntas atuam nas áreas do caís. É o caso da COPI – Companhia Operadora Portuária do Itaqui. Com uma postura arrojada de investir nas dificuldades e assim garantir dias melhores, acaba de incorporar dois novos “grabs” a sua carteira de ferramentas de grandes portes e, dessa forma, ampliando sua capacidade operacional com alguns milhares de toneladas/dia em sua faina base que é o desembarque de fertilizantes.

Adquiridas junto a Immec, em Salvador - única empresa no Brasil certificada para fabricar este tipo de equipamento  –  a viagem da fábrica até a capital maranhense durou pouco mais de 5 dias. No trajeto, graças à feliz idéia da empresa de colocar uma faixa nas laterais do caminhão que as transportava, as pessoas ficaram sabendo que aquela peça, de grande porte, tinha como destino o porto de São Luís, no estado do Maranhão, onde, a exemplo de empresas como COPI, se investe e se produz desenvolvimento.

André Ferreira Costa, Diretor de Operações da Operadora, explica que esse tipo de investimento faz parte de um planejamento que teve início em 2016. Naquele momento foi preciso antever o que viria e, mais que isso, acreditar no crescimento do porto do Itaqui e principalmente na sua capacidade de produzir trabalho e riqueza para o Maranhão. “Esses equipamentos são itens importantes dentro das ações de planejamento e investimento da nossa empresa que nunca duvidou da capacidade do Estado em crescer. Começamos com ações de recuperação daqueles que já existiam e logo em seguida partimos para a incorporação de ferramentas novas e de maiores dimensões, de modo que pudéssemos produzir mais com a mesma quantidade de horas trabalhada. O que foi possível recuperar foi feito. Assim, todo esse conjunto passou por uma fase necessária de otimização e está contribuindo com ganhos reais de produtividade no contexto geral das nossas operações”, explicou o executivo da COPI.

O momento novo e de um real crescimento das operações em todo complexo portuário, recebe com esse aporte da COPI uma injeção de tecnologia e capacidade operacional em várias frentes, sobretudo nas fainas que envolvem cargas a granel. Os novos grabs – que já devem entrar em operação na primeira quinzena de novembro -  custaram 750 mil reais e possuem capacidade operacional de 12 metros cúbicos cada um (algo em torno de 1,2 toneladas dependendo do produto). Eles chegam para se juntar aos de menor porte já existentes, que variam entre oito e dez metros cúbicos. Ainda segundo o Diretor de Operações da COPI, com essas novas ferramentas, “a empresa dá um salto de produtividade, considerando que a “pegada”, por ser maior, representa um ganho extra em termos de desempenho que fica ainda mais significativo quando se fala em 24 horas de faina, por exemplo”.

Grabs maiores, moegas maiores. Essa regra de volume não passou despercebida quando da implantação da política de investimentos da empresa. Por essa razão, além de recuperar as existentes, a COPI está comprando moegas novas e de capacidade compatível com a maior demanda provocada pelos grabs de 12 metros cúbicos. Esse investimento faz parte do planejamento para 2018.

Além destes, dois outros (de menor porte) já foram compradas de Paranaguá e logo serão incorporadas ao conjunto de equipamento da empresa. E não apenas isso. Um super guindaste de terra - com grab de 25 metros cúbicos, ou 25 a trinta toneladas – já foi adquirido, em Paranaguá, ao custo de sete milhões de reais e tem previsão de chegada a área do cais do Itaqui ainda no mês de novembro. Se os novos grabs, que pelas suas dimensões são basicamente para serem operados nos guindastes de bordo dos navios, com este novo equipamento, eles ganham alternativas seguras de operar também em terra firme. Caso dos berços, 101 e 102 áreas a serem cobertas pelo novo guindaste. Com a entrada em operação de todos esses novos equipamentos, a COPI garante uma autonomia de produção da ordem de 1,2 mil toneladas/hora.

Para Carlos Roberto Frisoli, diretor presidente da COPI no Maranhão, o momento, considerado difícil, não inibe o foco empreendedor de uma empresa que aposta e acredita no Maranhão. Além dos equipamentos recém chegados, a operadora está em franca expansão de investimentos. “Considerando grabs, guindastes, recuperação do material existente, retro área da Vila Maranhão e formação de pessoal, podemos afirmar que estamos injetando neste Estado mais de 15 milhões de reais” afirma Frisoli. Otimista, o presidente da COPI conclui: “A atividade portuária não pode esperar a economia voltar a crescer para investir. É justamente o contrario. Se investe de forma eficiente e consciente de modo que uma coisa alavanque a outra. A COPI não espera crescimento, a COPI produz crescimento.”

Um novo armazém – Apostando na demanda crescente de cargas a COPI está em fase de finalização de um moderno e amplo armazém na Vila Maranhão. A obra, orçada em cinco milhões de reais, tem 20 mil metros quadrados de área e capacidade de armazenar ate 400 mil toneladas de carga por ano. Essa preocupação tem uma razão de ser. Não têm sido poucos os exemplos em que o Maranhão tem sido penalizado pela “fuga de cargas” justamente pela sua incapacidade de armazenar. “Essa alternativa que estamos oferecendo aos importadores do Maranhão e do resto do país, está sendo implantada para suprir este momento novo de demanda crescente que o Itaqui tem registrado ano após ano, batendo assim de frente com os discursos de crise. O que observamos é que a demanda aqui reprimida tinha como causa a falta de armazém. A COPI está atenta e esse nicho de mercado e não hesitou em investir alguns milhões de reais justamente para ampliar sua retro-área de atuação. Quer dizer, se a COPI já era grande no Maranhão, está, ano a ano, cada vez maior”, finaliza Carlos Roberto Frisoli.

CONFIRA FOTOS DA CHEGADA DOS EQUIPAMENTO



  

  
Carlos Frisoli: investir faz parte de quem quer crescer                             André Ferreira: A tendência mundial é guindaste de bordo sem grab.

  

  

  

  

  

  

Lugar: PORTOSMA
Fonte: Redação
Data da Notí£©a: 16/11/2017

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