Hoje é 14 de agosto de 2020, dia do Cardiologista # O circo da fórmula um está de volta neste domingo para mais um gp. Desta vez o grande prêmio da Espanha. Das cinco corridas do ano, Hamilton venceu 3, Bottas 1 e Verstappen 1.
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Marinha confirma opção por submarino alemão
Representante do Centro de Comunicação nega insatisfação de gregos e detalha programa nuclear

A discussão sobre o submarino nuclear IKL-214 começou no blog do jornalista Luís Nassif e chegou até  a  Marinha  brasileira.  Segundo a imprensa da Grécia, país que adquiriu quatro unidades, o equipamento  apresentou  defeitos  primários  nos  testes  realizados após a entrega da primeira unidade.A reportagem do Projeto Brasil entrou em contato com o Centro de Comunicação Social da Marinha, que respondeu em menos de 24 horas.                                      

Entre  os  pontos principais da entrevista por e-mail com o Capitão-de-Mar-e-Guerra e Diretor do CCSM, Paulo Mauricio Farias Alves, destaque para a confirmação de que o Brasil pretende adquirir o  submarino  em  questão.  O representante do Centro de comunicação negou que os gregos estejam insatisfeitos  com  o  equipamento e afirmou que militares brasileiros acompanharam os primeiros testes na Grécia.                                                                

O  diretor do CCSM confirma que foram estudadas propostas de estaleiros franceses, mas a Marinha brasileira  optou pelo fabricado na Alemanha, para evitar a duplicidade de custos logísticos. Na última  resposta,  o  representante detalha o programa nuclear conduzido pela Marinha do Brasil, com custos e perspectivas. Confira alguns pontos da entrevista:                        

                                                                                    
Projeto Brasil: Existe  alguma  definição  sobre  a compra de submarinos por
parte da Marinha Brasileira?                                                                  
            
CCM - Em 1982, a MB contratou o consórcio alemão HDW-FERROSTAAL, para a construção de quatro submarinos de propulsão convencional (diesel-elétrica).  O primeiro foi construído na Alemanha, no estaleiro HDW (modelo IKL-209-1400), batizado de Tupi, e os outros três, da mesma classe, denominados Tamoio, Timbira e Tapajó,  foram  construídos  no  AMRJ. Posteriormente, em 1995, foi assinado novo contrato,    
acrescentando mais um submarino, o Tikuna. Tendo  terminado  a construção do Tikuna, impunha-se a construção de novo submarino, sob pena de, por um lado, se perder uma capacitação tão duramente alcançada e, por outro, ficar sem perspectiva de renovação dos meios. Considerando a conveniência de evitar a duplicidade de custos logísticos, para apoiar submarinos de origens diferentes, - o que ocorreria fatalmente, se fosse escolhido projeto de outro fabricante, e considerando os vultosos investimentos realizados pela Marinha, ao longo das duas últimas décadas,  em diferentes metas conotadas aos submarinos Classe Tupi e, mais recentemente,  na construção do Tikuna, associados à cultura e à tecnologia assimiladas nesse período por nossos técnicos (engenheiros e operários) e tripulações  (oficiais  e  praças), em relação aos processos construtivos, logísticos,  de  manutenção e operação destes meios, respectivamente, a MB entendeu que deveria manter a padronização dos modelos IKL-HDW, de origem  
alemã.                                                                            

PB: Qual modelo está em estudo?                                                  
              
CCSM: Antes de se decidir pelo projeto do IKL-214, da HDW, a MB estudou  também o projeto do submarino Scorpène, da empresa ARMARIS, da França. Na verdade, ao longo de todo o processo, a MB esteve negociando com duas  alternativas, tendo, ao final, concluído que a proposta da HDW era a que mais bem atendia às suas necessidades.      

Lugar: PORTOSMA
Fonte: Projeto Brasil
Data da Notí£©a: 21/12/2006

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