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Vale e Asica: aproveitamento de finos de carvão
O projeto, chamado de briquetagem, é uma novidade na produção de ferro-gusa


Imagens da entrevista no Pestana Resort Hotel
A Companhia Vale do Rio Doce, em parceria com a Associação das Siderúrgicas de Carajás, implantará em Açailândia, no Maranhão e em Marabá, no Sudeste do Pará, o Projeto de Briquetagem de Finos. Trata-se de uma alternativa ao uso do minério e carvão granulados no processo de produção de ferro-gusa. Toda a organização do projeto, que ainda se encontra em fase de pesquisa, foi mostrada a jornalistas e convidados especiais num café da manhã realizado pela CVRD na manhã desta terça-feira, no Salão Nobre do Pestana Resort Hotel, em São Luis.

Encarregado de detalhar as etapas de produção do briquete, Pedro Gutenberg, Diretor Técnico e Coordenador de Assistência de Ferrosos da CVRD, destacou como importante o ganho em termos de aproveitamento do carvão e a conseqüente repercussão positiva que a nova tecnologia irá proporcionar ao meio ambiente. “Estima-se que a incorporação de briquetes à carga reduzirá o corte em 10 e 15 mil hectares de florestas por ano”, afirmou.

Pelos estudos apresentados, a nova tecnologia consiste basicamente em reaproveitar os resíduos de peneiramento de minério de ferro e de carvão vegetal, contribuindo com a redução do volume de carvão vegetal granulado na produção de gusa e dando uma utilização aos finos de carvão vegetal, um sub-produto ainda não identificado pelas normas ambientais internacionais.

O processo de briquetagem gerará o briquete, de dimensões adequadas ao seu enfornamento nos altos fornos, o qual é compactado a frio e composto por finos de minério de ferro, finos de carvão e aglomerantes. Ainda segundo Pedro Gutenberg, “a nova tecnologia representa uma fonte  de suprimento de minério alternativo ao granulado, atendendo ao compromisso assumido pela CVRD de garantir abastecimento pleno de minério as siderúrgicas da região de Carajás e de promover iniciativas sócio ambientais sustentáveis e ambientalmente corretas”.

Segundo a Vale do Rio Doce e a Asica, os produtores de gusa instalados ao longo da ferrovia de Carajás que optarem pelo uso do briquete terão as seguintes vantagens:

1 - A garantia de suprimento de minério de ferro, sem necessidade de investir em mini-sinterização, um processo sabidamente de maior custo comumente utilizado na aglomeração de finos;

2 - O aproveitamento econômico do fino de carvão e, possivelmente, de resíduos de alto-forno como pó de lama, diminuindo a necessidade de compra de carvão granulado e agregando valor a esses resíduos;

3 - A redução de áreas a serem plantadas no reflorestamento, como fonte sustentável de carvão vegetal, o que vem ao encontro das exigências legais.


Estudos de viabilidade do uso do briquete mostraram que a aplicação dessa nova tecnologia permitirá o reaproveitamento de 0,20 a 0,30 metros cúbicos de finos de carvão por tonelada de gusa produzido. Isso representa 10 a 15% da necessidade atual. Os números mostram duas coisas importantes: a primeira representa um incentivo real na busca pela redução do volume de consumo de carvão vegetal granulado. A segunda mostra um caminho de alternativas que as empresas siderúrgicas precisam correr atrás, dado as dificuldades com o Ibama pela liberação do uso de fontes de energia de grande impacto no meio ambiente, como o carvão, por exemplo.

Embora não tenha uma data certa para implantação das unidades de produção – a empresa ainda depende de um estudo de demanda da quantidade de finos de carvão junto as guzeiras - a Vale do Rio Doce já garantiu, em seu orçamento para 2007, recursos de 12 a 14 milhões de reais para briquetagem. “Trata-se de uma planta de instalação rápida, entre 10 e doze e meses, o que representa uma garantia que por volta do início de 2008, estejamos com as nossas unidades produzindo”, explicou o Coordenador de Assistência de Ferrosos da CVRD.

Além de Sérgio Gutenberg, participaram da coletiva o presidente da Asica, André Câncio e Alonso Albuquerque, presidente do Sindicato das Indústrias de Ferro Gusa do Pará.

Lugar: PORTOSMA
Fonte: Redação
Data da Notí£©a: 05/12/2006

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