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Indústria naval: Setor pode ter redução do ICMS para importar aço
"A secretaria de Desenvolvimento Econômico proporá ao governador zerar a alíquota de importação do aço", garantiu Bueno ...

O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Julio Bueno, voltou a criticar o alto preço do aço nacional ao analisar os obstáculos para a consolidação do processo de crescimento da indústria naval brasileira, na abertura do seminário Levantar Âncora, Brasil, realizado na sede do BNDES, no Rio de Janeiro.

Bueno revelou que encaminhará ao governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, pedido de isenção do ICMS do insumo importado, como uma das medidas para dar mais competitividade ao setor. "Não é possível que o aço nacional colocado nos estaleiros brasileiros tenha preço superior ao do aço no mercado internacional".

De acordo com números da indústria naval, o mercado internacional negocia a tonelada de placas de aço com 6,5 milímetros de espessura, 2.750 milímetros de largura e 12 mil milímetros de comprimento por US$ 1.025. Enquanto isso, as empresas brasileiras têm de pagar US$ 1.438 por tonelada do mesmo aço.

Bueno argumentou que a alternativa seria importar aço, mas o preço fica quase equivalente por conta do ICMS cobrado na importação (15% 1% do Fundo de Pobreza), que eleva o preço em cerca de 20%.

"A secretaria de Desenvolvimento Econômico proporá ao governador zerar a alíquota de importação do aço", garantiu Bueno, acrescentando que a alteração será feita por meio de um decreto.

O presidente da Transpetro, Sérgio Machado também alerta para a possibilidade do setor enfrentar um gargalo de crescimento pelo alto custo do aço. Para ele, é inadmissível que o Brasil ponha em risco um programa como o da indústria naval, principalmente quando o País é um dos maiores produtores mundiais de minério de ferro.

A Transpetro sacudiu o mercado ao anunciar o Programa de Modernização e Expansão da Frota - a compra de 42 navios de grande porte, sendo 26 deles já licitados e prontos para serem iniciados. A encomenda injetou, só neste primeiro momento, R$ 1,9 bilhão no setor. E o segundo lote de encomendas deve ser anunciado em breve, com pelo menos outros 16 navios.

"Queremos que os nossos estaleiros sejam competitivos, de forma que comprem o aço pelo mesmo preço que o coreano, o chinês ou o japonês. Faremos tudo para comprarmos o aço do Brasil, mas se as siderúrgicas não chegarem ao preço internacional, nós vamos importar. O preço vendido aqui é mais caro do que lá fora", aponta o presidente da estatal.

Fonte: Sindmar

Data: 15/10/2007

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