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Transpetro: mais navios para reduzir gastos com frete marítimo
A Transpetro já encomendou 19 navios - dez ao pernambucano Atlântico Sul e nove ao carioca MPE-Sermetal.

A Transpetro já encomendou 19 navios - dez ao pernambucano Atlântico Sul e nove ao carioca MPE-Sermetal. Faltam ainda sete - quatro ao Mauá-Jurong, de Niterói e três ao catarinense Itajaí, o que totalizará 26 da primeira fase.

Com a segunda fase, o total chegará a 42 navios, o que, acrescido a dois supernavios, representará 44 navios a serem encomendados a estaleiros brasileiros.

Esses dois supernavios serão de 320 mil toneladas de porte bruto cada um, ao custo unitário aproximado de US$ 130 milhões, a serem usados na exportação de petróleo. Esses serão os maiores navios já construídos no Brasil, porque o recorde atual está com a antiga Ishibrás (hoje MPE-Sermetal), que produziu duas unidades de 305 mil toneladas.

Mas o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, revela que o atual projeto representará, basicamente, a substituição de unidades velhas por novas. Para reduzir o gasto anual de US$ 1,2 bilhão com afretamento de navios, a estatal terá de encomendar mais algumas dezenas de navios - o que seria de total agrado do ex-metalúrgico Lula.

Durante a cerimônia na MPE-Sermetal, no último dia 11, Machado não escondia a euforia, pois muita gente achou que a estatal não conseguiria desatar os nós e superar os obstáculos para iniciar as contratações.

Só na reta final houve necessidade de aumento da capacidade de endividamento no Senado e veto do Tribunal de Contas da União. Citou Santo Agostinho, que disse ser necessário os homens serem dotados de indignação e coragem para fazerem mudanças.

Machado foi feliz ao comentar a aguda crise da construção naval na década de 80. Disse que, como o boi pegou carrapato, optou-se por matar o boi. Se havia uma cobrança indevida de um estaleiro ou atraso na quitação por parte de um armador, a solução não era extinguir o setor, como chegou a ocorrer, mas extirpar o mal. Machado afirmou que está aberto o caminho para a exportação de navios.

Ele afirmou que, no Brasil, o custo logístico é de 16%, contra 8% nos Estados Unidos, o que, como o câmbio, explica algumas carências de competitividade da indústria nacional. Lembrou que, além de navios, a Transpetro está modernizando rede de 4.500 quilômetros de dutos, o que implicará encomendas para a indústria local.

Fonte: Sindmar

Data: 19/04/2007

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