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Diretores da Antaq debatem soluções para cabotagem
Fialho defendeu um modelo de bandeira brasileira para a cabotagem nacional: “Nenhum país no mundo abriu o seu setor de cabotagem. Por que o faríamos?

O diretor-geral da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), Fernando Fialho, e os diretores da Agência, Murillo Barbosa e Decio Cunha, participaram na semana passada da 14ª reunião do grupo de trabalho da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados. Na reunião, foram discutidos o anteprojeto de Lei de Dragagem e o desenvolvimento da navegação de cabotagem no País.

Fialho defendeu um modelo de bandeira brasileira para a cabotagem nacional: “Nenhum país no mundo abriu o seu setor de cabotagem. Por que o faríamos?”. E informou que, além da Antaq participar do grupo interministerial que busca saídas para o setor, a cabotagem também está contemplada em um dos três projetos em andamento na Agência.

Fialho apontou o custo do combustível como um dos maiores problemas da cabotagem brasileira e disse que já existe um trabalho em andamento no sentido de viabilizar a equalização do preço do óleo da cabotagem ao cobrado na navegação de longo curso.

O vice-presidente da CBC (Câmara Brasileira de Contêineres e Transporte Multimodal), Aluísio de Souza Sobreira, lamentou o fato de o Brasil não ter uma visão marítima abrangente, apesar da sua extensa costa. Segundo ele, a cabotagem brasileira precisa de uma frota própria sob risco do setor sucumbir.

O assessor de Política Marítima da Diretoria de Portos e Costas da Marinha do Brasil, José Roberto Paulon Silva, criticou a proposta de se abrir a cabotagem brasileira à empresa internacional. “Será um erro grave”, afirmou. A seu ver, “a solução da abertura pode parecer a mais simples, mas também é a mais danosa para os interesses do país”.

Ao comentar o tema, o diretor da Antaq, Murillo Barbosa, acrescentou que diversos países querem utilizar o Brasil como passagem da cabotagem, e “se deixarmos nossa cabotagem acabar, esses mesmos países determinarão os preços dos fretes que quiserem”. E acrescentou: “Por isso que é importante termos navios próprios. Somente dessa forma teremos controle sobre o setor”.

Fonte: Sindmar

Data: 14/09/2006

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